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O que os sonhos dizem sobre nós? Astróloga explica o caminho para interpretá-los

"Os sonhos vêm do nosso inconsciente, que armazena dados que não conseguimos processar", explica a astróloga Priscila Lima de Charbonnières

Há muitas abordagens sobre o que sonhos dizem sobre o futuro, de forma premonitória, e o dizem sobre nós, enquanto manifestações do nosso inconsciente.

A astróloga e empreendedora Priscila Lima de Charbonnières explica como as pessoas podem analisar aquilo que sonham durante a noite para entender alguns de seus anseios, angústias, traumas e pensamentos mais profundos, como caminho para o autoconhecimento e para uma vida mais equilibrada. “Os sonhos vêm do nosso inconsciente, que armazena dados que não conseguimos processar. Eles vêm através de símbolos que podemos identificar com a mente consciente para que possamos vivenciar de alguma forma aquela experiência”, diz ela. Priscila, que está desenvolvendo um aplicativo, o Soulloop, que mesclará diversos elementos da astrologia, ioga e meditação para ajudar as pessoas na jornada pelo autoconhecimento. 

saude Priscila Lima de Charbonniè
Priscila Lima de Charbonnières

Segundo a astróloga, existem padrões gerais que relacionam tipos de sonhos a determinados comportamentos ou questões pessoais. Especialistas podem ajudar nessa interpretação, fazendo as perguntas certas, mas os símbolos apenas podem ser interpretados de fato com o indivíduo, já que só as pessoas sabem o que determinado elemento diz em suas vidas. “Para cada pessoa o símbolo pode ter um significado diferente. Não existe receita de bolo, mas trabalho de investigação, que ajuda a perceber o que aquele sonho gera de emoções, pensamentos, o que tem de relação com o passado da pessoa”, explica Priscila. O Soulloop irá justamente ajudar a encontrar essas respostas propondo as perguntas certas aos seus usuários. 

A astróloga também diz que existem práticas específicas para ajudar a lembrar dos sonhos, para aqueles que não têm o costume. A primeira é, antes de dormir, fazer um relaxamento, com uma respiração completa, que permite entrar em um estado de contemplação entre o sono e a vigília. Quando a mente está calma, tranquila, e começamos a abstrair nossos sentidos, fazemos uma programação mental para lembrarmos do sonho logo que acordar. Também vale aqui perguntar se precisamos de uma resposta para algo que estamos vivendo. Temos todas as respostas em nós e quando dormimos podemos acionar essa caixa de informações infinita.

O segundo exercício é feito no dia seguinte: “Ao acordar, você desperta e fecha os olhos novamente, e nesse momento entre o sonho e a vigília você recapitula seus sonhos. Ele não virá em palavras, mas em imagens, emoções e sensações, para que você registre ali o que o sonho te trouxe como um todo.” 

Priscila ainda recomenda a prática de anotar essas imagens e sensações, pois algumas delas podem não ser interpretadas na hora, mas fazer sentido mais tarde. “Salvamos o sonho como não compreendido e deixamos ali para poder revisitá-lo. Na medida que processamos, estamos aptos a olhar para a questão sob outra perspectiva. Ficamos assim em maior contato com nossa mente inconsciente usando os sonhos para entendê-la e trabalhar nosso subconsciente a nosso favor”, conclui.

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