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4 perguntas para André Fonseca, CEO da bornlogic

"O diferencial da bornlogic é aproximar esses mundos, pois acreditamos que comércio físico e digital devem andar juntos", afirma

1- Como a pandemia transformou a comunicação entre grandes varejistas e seus consumidores? Como a bornlogic participou desse processo? 

A pandemia acelerou a digitalização como um todo. Uma pesquisa da Ipsos mostrou que 47% dos consumidores passaram a comprar mais online durante o período. A tecnologia acompanhou esse processo, criando soluções que automatizam e facilitam essas vendas. Mas essa transição acelerada ainda encontra desafios. É aí que entra a bornlogic: nós ajudamos as empresas a fazerem também a transformação digital dos vendedores das lojas físicas, tendo uma presença de destaque nas redes. Fazemos isso por meio de uma plataforma, na qual os vendedores das lojas físicas podem criar e postar seus próprios vídeos em páginas locais da marca. Com isso, as lojas, mesmo fechadas, conseguiram manter o relacionamento com os clientes, direcionando-os para os canais digitais ou físicos. 

2- De que forma a bornlogic tem ajudado a mudar o modo como grandes marcas se posicionam nas redes? 

A tecnologia permitiu o surgimento e desenvolvimento do comércio digital, mas criou experiências de compra muito ruins ao manter esses mundos apartados. O diferencial da bornlogic é aproximar esses mundos, pois acreditamos que comércio físico e digital devem andar juntos. Primeiro, estabelecemos a ideia de que o cliente é um sujeito único, independentemente de estar comprando na loja, pelo e-commerce ou até mesmo pelo WhatsApp. 

Segundo, com nossa ferramenta, estamos levando o calor da força de vendas para o meio digital, permitindo assim que vendedores e consumidores se aproximem. Como resultado, temos uma comunicação personalizada e sensível às demandas de cada lugar, de cada público, de forma que a empresa possa criar e manter um relacionamento mais íntimo com seus clientes. 

3- Qual é o papel do vendedor da loja física hoje? Ele se tornou obsoleto? 

Muito pelo contrário: o vendedor tem um papel fundamental no processo de vendas. Ele conhece melhor do que ninguém o cliente e sabe como se comunicar com ele. Percebemos que ao dar voz no digital para esse vendedor, a comunicação com o cliente se torna mais fluida e autêntica. E muda a vida do vendedor também: hoje, ele se prepara para gravar o vídeo, arruma a loja, o uniforme, estuda para falar sobre o produto etc. Basicamente, o vendedor passou a ter uma atuação online que é ainda mais crucial do que a física, pois tornou-se responsável por transmitir ao cliente, remotamente, suas opções de mercadoria, valores e entregas. Ou seja, apesar de falarmos de um comércio digital, a venda assim torna-se ainda mais personalizada. 

4- Como tem sido a adesão de marcas e clientes a essa solução? 

Imensa. O calor humano nas vendas digitais têm gerado resultados disruptivos para as marcas, que conseguem agora ter um gerenciamento maior da comunicação local e criar uma estratégia que de fato une os pontos de vendas físicos e digitais. As empresas têm visto seus funcionários se engajarem em projetos de comunicação, a relação com clientes melhorar, e as vendas subirem. Já ajudamos na produção de mais de 2 milhões de anúncios, feitos por mais de 2 mil gestores. Para citar um exemplo, a Magalu Avaré bateu 80% da meta de vendas de TV em um final de semana com um investimento de apenas R$ 17. Nosso portfólio de clientes também atesta a qualidade e eficácia dessa solução, já que estamos hoje com empresas do porte da Magalu, Via, Carrefour, Lojas Americanas, Centauro, entre muitas outras. 

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