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Fluke cresce em receita e base de clientes e mira sustentabilidade

Com políticas de diversidade e equidade de gênero, startup de telefonia comemora dois anos de operação e aposta na experiência do cliente para manter os usuários e atrair novos

A Fluke, operadora móvel digital que em 2020 nascia das mãos de quatro jovens colegas com origens distintas no interior de São Paulo, tem dado passos em direção ao reconhecimento e à consolidação de uma cultura sustentável. A startup comemora neste mês dois anos de operação com resultados que indicam uma tendência no mercado de telefonia móvel no Brasil voltada para a experiência do cliente na centralidade do negócio.

O salto registrado pela operadora aponta que nos últimos 12 meses a base de clientes ativos cresceu 658%, enquanto a receita mensal evoluiu 912% e os pedidos por chip aumentaram 100%.“Em 2020, estávamos comercialmente em oito Estados, cobrindo 502 cidades. No ano seguinte, dobramos e, hoje, operamos em 1.381 municípios”, ressalta Marcos Oliveira Jr, CEO e co-fundador da Fluke. Para Marcos, o rápido crescimento é justificado pelos diferenciais da operadora, que oferece um serviço cada vez mais próximo das expectativas e necessidades do cliente.

A líder em atendimento da Fluke, Maria Carla Rubio, explica que a companhia preza pela simplicidade, agilidade e praticidade. “Uma das nossas metas é, primeiro, entender o problema para, então, responder a ele. O pessoal do CX tem ferramentas e unimos isso ao nosso manual de cultura, que nos leva a saber o que é melhor para cada cliente. A nossa cultura é mais voltada para a experiência do cliente e não para políticas, regras ou processos. Burocracia é algo de que tentamos fugir”, diz.

A Fluke já nasceu com a ideia de ser uma operadora diferente das tradicionais, sendo 100% digital. Um dos pilares da operadora é o atendimento digital e humanizado. Essas características renderam recentemente à Fluke um reconhecimento na pesquisa “Melhores para o Brasil” como a única do setor de telefonia que busca cada vez mais inovação, diversidade e ética como princípios de gestão e cultura organizacional.

Para Marcos, o prêmio é apenas um dos primeiros passos que a Fluke dá em termos de crescimento. “Ainda estamos no começo de uma jornada que entendemos que vai ser longa, mas sustentável, tanto do lado externo, pensando no cliente, como do lado interno, pensando nos nossos colaboradores”, conta.

fluke - crowdfunding

Atualmente, a Fluke é composta por 90 pessoas. Do total, 39% são mulheres, das quais 30% são pretas e pardas. Para a startup, a meta é alcançar a equidade de gênero, 30% de pessoas LGBTQIA+ e 55% de pessoas pretas e pardas até o final de 2022. “Nosso time já nasceu diverso. Acreditamos na diversidade como um processo fundamental para a continuidade do nosso crescimento e desenvolvimento. Assim, construímos equipes cada vez mais completas, onde cada colaborador pode agregar de forma distinta”, pontua Marcos.

A aposta na diversidade e o fato de ter um cofundador negro na liderança da MVNO rendeu para a empresa um investimento por parte do Black Founders Fund, iniciativa do Google for Startups para investir recursos financeiros, sem qualquer contrapartida ou participação societária, em startups fundadas e lideradas por empreendedores negros e negras no Brasil.

O objetivo do Google for Startups com a iniciativa é ampliar a diversidade racial no ecossistema de startups e apoiar empreendedores negros e negras que estão construindo negócios com alto potencial de crescimento.

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