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Super Bowl, abacates e o seu dinheiro!

Enquanto nos EUA a preocupação é com a quebra na oferta de guacamole, eu, quando ouço abacate, escuto… agronegócio.

O mundo parou para ver um jogão nesse final de semana. Você não?

Antes que comece a musiquinha, eu estou falando de outro futebol. Do evento que, literalmente, para os EUA e o mundo todos os anos.

Sim, eu tô falando do Super Bowl, como é chamado o jogo final do campeonato de futebol americano da NFL.

Não quero falar sobre o evento em si (eu o adoro e foi um jogão, com vitória merecida do LA Rams), mas quero dividir com você um dado interessante que talvez você desconheça sobre o dia do jogo: estima-se que mais de 30 milhões de quilos de abacate tenham sido consumidos nos EUA, no último domingo.

Teve muita gente comendo guacamole enquanto assistia à final.

Um dia antes da final, os EUA suspenderam a importação do fruto, que vem do México. Não foram dados muitos detalhes sobre esse acontecimento, mas parece ligado a uma tentativa de suborno das autoridades sanitárias. Na última década o abacate se tornou um fruto lucrativo causando até brigas entre cartéis mexicanos e fazendeiros.

Mas, afinal, o que isso tem a ver com o DB de hoje? Tudo.

Enquanto nos EUA a preocupação é com a quebra na oferta de guacamole, eu, quando ouço abacate, escuto… agronegócio.

Você já sabe como foi 2021. Ano dificílimo para a Bolsa brasileira. Enquanto o Ibovespa caiu quase 12%, o setor que move a economia brasileira segurou a onda.

E não poderia ser diferente. O agro hoje já representa quase 30% do PIB do nosso país e as perspectivas são extremamente positivas.

O setor é tão relevante para a economia brasileira, que o presidente Bolsonaro foi até a Rússia, no meio da confusão com a Ucrânia, para falar com presidente Putin sobre a importação de fertilizantes, buscando garantir segurança alimentar para nosso país (ou você achou que ele tinha ido defender a paz mundial?).

Era preciso garantir que a Rússia manterá o fornecimento de fertilizantes para nós, já que, afinal, eles são os maiores produtores do mundo. A pandemia afetou a oferta e demanda do produto e fez os preços subirem. E a iminência de um conflito na região só piora a situação.

E já que falei no Presidente, em dezembro ele sancionou o Marco Legal das Ferrovias. Esse é um investimento em infraestrutura que tem tudo para impulsionar ainda mais o agronegócio.

Falando em investimento… nessa última semana se encerrou o prazo para os grandes investidores americanos declararem seus investimentos referentes ao ano passado. Dentre esses investidores, está Warren Buffett.

No último ano ele comprou Nubank e Activision. Compras pequenas. Mas não quero falar sobre elas. Quero falar sobre um investimento que ele, considerado o maior investidor do mundo, fez há alguns anos e que lhe rendeu uma multiplicação de 5x em sua carteira de investimentos.

Na verdade, não foi um simples investimento. Foi o melhor investimento da carreira de Buffett: ele comprou uma fazenda. Uma fazenda de 16 hectares em Omaha sem saber nada sobre o setor rural.

O motivo era apenas um: ele sabia do potencial que tinha esse setor. E cá entre nós, só não vê quem não quer…

Eu também enxergo um potencial muito grande no setor. Eu gosto tanto dele que a turma de marketing aqui na Vitreo decidiu me sacanear e fizeram essa montagem…

jojo vitreo agro

Brincadeiras à parte, topei seguir com a brincadeira justamente para chamar a sua atenção para a oportunidade que temos em vista. Clicando aqui você vai poder se cadastrar para assistir à transmissão extraordinária que vou fazer no dia 21 sobre o assunto.

Voltando ao Super Bowl, tão esperados quanto o jogo e o show do intervalo, os comerciais veiculados nas TVs americanas ao longo da transmissão também sempre atraem a atenção de milhões de pessoas.

Eu fiquei de olho neles e trago aqui minhas considerações.

Sou fã da Marvel, então meu favorito foi, claro, o trailer do próximo filme do Dr. Strange, com direito a uma pontinha do Professor Xavier? Uau! O filme estará nos cinemas em maio.

Além disso, foram oito comercias de carros e todos de versões elétricas. Isso diz algo sobre uma mudança sem volta nesse setor, com impacto em vários outros mercados. Nossos fundos Energia Limpa e Hidrogênio são impactados por essa tese.

Mas o destaque mesmo ficou com o comercial da Coinbase, uma exchange de criptomoedas que fez seu IPO na Nasdaq em abril do ano passado. A empresa gastou 14 milhões de dólares para exibir durante um minuto um QR Code colorido passeando pela tela da TV.

Ao escanear o código, a pessoa era levada para outra página e ganhava o equivalente a US$ 15 dólares em Bitcoins para ativar a sua conta. O comercial gerou tanto interesse que o site até se desestabilizou.

Você ainda tem dúvidas do potencial do mercado de criptomoedas? No seu lugar, eu não teria. O Bitcoin começou o ano em 47 mil dólares, caiu até 33 mil e já está de volta em torno de 44 mil dólares. Não sabe por onde começar? Criptomoedas se você é investidor qualificado ou Coin Cripto se ainda não é.

Fora isso, a inflação segue firme e forte no mundo todo. E os Bancos Centrais correndo atrás. Dados da economia (atividade e emprego) nos Estados Unidos apontam na direção de um aumento de juros de até 0,50% já na próxima reunião do Fed, em março. Falaremos mais sobre isso até lá.

Por aqui, o Ibovespa fechou ontem seu sétimo dia consecutivo de alta, acima dos 115 mil pontos (2,71% de alta no mês). Tomara que continue assim!

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