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Em meio a tantos assuntos, nenhum

Em meio a esse turbilhão em que vivemos, o único fundamento de investimento com fundamento é o da diversificação

Poderia vir aqui hoje com algum dos vários assuntos que tem estampados os jornais recentemente, destrinchá-lo e procurar um viés positivo, como normalmente faço.

Aqui na Vitreo, desde o início da empresa, estamos – todos – sempre buscando como pensar fora da caixa, inovar e dar a você investidor maneiras fáceis de investir no diferente e diversificar.

Mas, em completa transparência, estou há horas olhando para uma página de Word aberta em branco e nenhum viés, nem positivo e nem negativo, deu o rumo deste Diário de Bordo ainda.

E tudo bem.

Nem os fundamentos têm tido fundamento ultimamente.

Basta olhar a Bolsa, que perde para a poupança no ano. Apesar das empresas estarem reportando bons resultados, o Ibovespa está – pela enésima vez – próximo dos 100 mil pontos. (É, eu sei, desesperador mesmo).

É literalmente um banho de sangue. Já são cinco meses consecutivos em queda. Inflação assombrando lá fora e aqui, somada a uma nova variante da Covid-19 são um pano de fundo sombrio. Muitos acontecimentos e incertezas.

Puxando esse gancho sobre Bolsa, fizemos a live mensal do Carteira Universa. Falamos exaustivamente sobre o cenário, sobre o Carteira Universa e sobre como os ativos estão se comportando neste momento. “Derating”, nova onda da pandemia e inflação foram alguns dos temas principais.

E sobre política… bom, tudo bem também não querer entrar nessa seara. O Brasil tem, historicamente, um cenário político conturbado, que mexe muito com o mercado. E isso em meio a mais uma eleição (que parece ser intervalo entre cochilos – quando acordamos, eleições de novo).

Como diz um amigo: dentre todas as incertezas políticas que temos, uma única certeza se destaca: os políticos. Esses continuam os mesmos e, para o bem ou para o mal, já conhecemos os cenários possíveis sejam eles liderados por Bolsonaro, Lula, Doria ou a quarta, quinta ou sexta via que possa surgir.

São sempre as mesmas pessoas e interesses, na mão de um sistema ultrapassado e acabam por convergir algumas decisões, independente da linha de pensamento que venha regir os valores dos partidos.

Nosso país carece mesmo é de governantes de fato qualificados, com pulso econômico e principalmente social. Líderes que, em vez de estarem se armando para a campanha política de daqui a 10 meses deveriam estar preocupados com o desemprego, que apesar de ter tido um alívio, ainda atinge 13,5 milhões de brasileiros e com a inflação assustadora que deixa ainda mais evidente os problemas de desigualdade social, dentre tantos outros problemas que nós enfrentamos todos os dias.

E claro, a variante Ômicron da Covid-19, originada na África do Sul e já presente em diversos países, poderia ser o tema deste nosso encontro semanal também. Mas, de todas as lições que os quase últimos dois anos me ensinaram, a única consistente é que não sabemos o rumo da doença, qual medida é mais eficaz ou como nos prepararmos para mais uma onda.

covid 19

O que já podemos concluir é que precisamos de alguma maneira, o mais rápido possível, encontrar meios para convivermos com a doença. Sabemos que as economias estão em seus limites, países emergentes estão levando a pior e passamos por um período de “desglobalização” importante que terá severas consequências nas próximas décadas.

Dos assuntos que mais têm me chamado atenção, o novo posicionamento do Facebook no mercado, agora como Meta, era o assunto que estava em minha cabeça para discutir hoje, aqui, com vocês. Mas adivinhem?! Algumas ações foram postergadas, e a mudança do ticker ficou só para o primeiro trimestre de 2022. Eles podem ter atrasado, mas nós aqui não estamos. A Empiricus começou uma cobertura sobre o tema, com a carteira teórica MetaRider. E você já deve imaginar o que isso significa (vem fundo novo por aí…). Estamos preparando um material muito bacana sobre isso.

Para quem não sabe, nesta quarta (01/12) finalizamos o processo de venda da Vitreo e Empiricus para o BTG, e esse poderia ser o assunto, novamente. Mas preferi guardar na manga esse tema, para contar, numa outra oportunidade, como tem sido bacana esse processo de integração com uma casa que sempre respeitei e, hoje, admiro com ainda mais afinco.

Por último, poderia falar do Flamengo, que perdeu o título da Libertadores para o Palmeiras no último sábado. Mas disso eu só não quis falar mesmo, pois já me tirou o humor por muitos dias. Parabéns aos vencedores.

Brincadeiras à parte, toda essa prosa para concluir dizendo que eu adoraria ter a resposta para as dúvidas que temos recebido, argumentos para as reclamações das performances dos fundos e perspectivas animadoras para o futuro do mercado.

Mas não tenho! E em meio a esse turbilhão em que vivemos, o único fundamento de investimento com fundamento é o da diversificação. O de como é importante não torcermos só para um único time.

Trazendo para o “economiquês”, estou falando de como é importante termos ações, no Brasil e lá fora, renda fixa, fundos imobiliários e apostas temáticas como cripto, cannabis, tech, hidrogênio, urânio etc. compondo o seu portfólio.

Tem fundo global se saindo muito bem nos últimos meses. O Money Rider e o Money Bets tiveram rentabilidades muito positivas. O primeiro esteve 18,44% nesse ano e o segundo, 26,58% brutos no ano. Mas, além deles, as criptos também estão tendo desempenho positivo. O fundo criptomoedas rendeu 159,69% no ano e o Bitcoin Defi 39,35% brutos só nos últimos seis meses.

Não se esqueçam que retornos passados não garantem retornos futuros. E antes de investir, não deixe de ler o regulamento do fundo e seus fatores de risco e verifique se o fundo está em linha com o seu perfil.

Meu compromisso com todos os investidores é acompanharmos, juntos, os próximos acontecimentos. E sempre, da maneira mais honesta, dizer como nos sentimos do lado de cá e como entendemos ser a melhor maneira de navegar esse mar difícil dos investimentos.

Até falei sobre tendências para o mercado financeiro no episódio do #RadioCash dessa semana e também sobre internacionalização do mercado financeiro e criptomoedas. O convidado foi o Presidente da Anbima, Carlos Ambrósio. Confira na íntegra.

Bom, e quero lembrar a vocês: em todo ciclo há ganhadores e perdedores e a diversificação é a única maneira de sempre estarmos expostos a ganhadores e, melhor do que isso, não estarmos expostos exclusivamente aos que perdem. (Lembram como construímos a Vitreo? Pensando fora da caixinha e trazendo alternativas diversas de investimentos. Entenderam agora por que tantos produtos diferentes?! Exatamente para ciclos como este em que vivemos!)

Como já disse, as perspectivas não são muito otimistas para os próximos dias. Mas eu, sinceramente, espero que nas próximas semanas possa voltar com notícias melhores e mais positivas. No mais, até a próxima!

Novidades do último mês do ano!
Nesta semana lançamos mais uma oportunidade inédita aqui na Vitreo: os primeiros fundos de smartcoins do Brasil. Acreditamos que os ativos digitais estejam próximos de uma nova revolução, na tese dos Smart Contracts.

Por isso, criamos esse fundo, e eu, particularmente, acredito ser uma ótima oportunidade para buscar ganhos. Gravei um vídeo especial para falar sobre isso. O Coin Smart é o fundo disponível para todos os investidores. O Cripto Smart está disponível para investidores qualificados. São as smartcoins mais promissoras para 2022 acessíveis para você. Você não precisa abrir conta no exterior e pode surfar uma avalanche de potenciais lucros. Lembrando que não há nenhuma garantia de retorno.

Agora se você ainda fica meio acanhado com criptoativos, temos novidades também em outras frentes. Aproveitando o momento da renda fixa, nessa semana demos início a uma nova campanha: o “Tesouro da Virada”.

Investindo em tesouro, você tem chances de levar um prêmio de 50 mil ou de 10 mil reais para casa. Basta investir a partir de 200 reais em títulos do tesouro aqui na plataforma da Vitreo que você receberá um número da sorte. Quanto mais investir, mais chances de ganhar. Todas as informações estão aqui.

Prateleira de Fundos
Tivemos dois gestores estreantes com dois fundos cada nesta semana.

Comandado por Marcello Silva e Marcos Matsutani, ambos ex-Constellation, a Aster teve a sua cota 1 na última terça-feira. Tanto o Aster FICFIA como o Aster FIA BDR Nível I são fundos long only focados em ações brasileiras que sejam de qualidade e possuam potencial de crescimento.

A outra novata na prateleira é a Western, que chega com o Western Asset FIA BDR Nível I e Western Asset US Index 500 FIM. O primeiro busca superar o S&P 500, enquanto o segundo possui abordagem mais passiva.

Antes de investir, não deixe de ler o regulamento do fundo e seus fatores de risco e verifique se o investimento está em linha com o seu perfil. E não se esqueça que não há garantia de retorno e retornos passados não garantem retornos futuros.

Leia o Diário de Bordo na íntegra:  clique aqui. 

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