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Um em cada quatro líderes brasileiros não está preparado para encarar desafios do mercado

Desenvolvido pela StartSe, estudo "Panorama Organizações Infinitas" ouviu 2.018 líderes brasileiros de empresas das mais diversas naturezas

A StartSe, plataforma de conhecimento em negócios da nova economia, realizou uma pesquisa com mais de 2 mil líderes de empresas brasileiras, com o objetivo de entender os maiores desafios encontrados pelas empresas em sua jornada pela perpetuidade no mundo dos negócios. Como resultado, a pesquisa mostrou que um em cada quatro líderes brasileiros não estão preparados para encarar os atuais desafios do mercado, como a aceleração tecnológica nos negócios. Para o levantamento, os entrevistados responderam sobre as dificuldades no dia a dia para ter uma empresa duradoura, como se preparam para liderar as mudanças no mundo, entre outros tópicos.

Quando abordados sobre a sua própria preparação profissional para encarar os desafios dos próximos 10 a 20 anos em função da aceleração tecnológica e mudanças de mercado, a auto avaliação dos líderes entrevistados não é muito promissora. Um em cada quatro líderes afirmam estar pouco ou nada preparados, 59% dizem estar moderadamente preparados, enquanto apenas 16% estão confiantes com o seu nível de preparação profissional para encarar os desafios futuros.

O estudo ainda apresentou outras conclusões. Uma delas toca em um dos maiores gargalos das empresas brasileiras, que é promover iniciativas com startups e se conectar a diversas redes externas para melhorar a eficiência. Sobre o tema, 37% dos líderes que participaram, afirmam que a maturidade para executar essa ação em suas empresas é baixa ou muito baixa, e ainda 21% informam que sequer possuem iniciativas como essa.

Sobre a relevância do modelo de negócio das empresas no futuro, 55% dos líderes acreditam que seu modelo de negócio vai se tornar muito mais relevante do que é atualmente; 15% deles acreditam que vai permanecer com a relevância atual, nem melhor nem pior; 17% afirma que o modelo vai sofrer muito e se tornar pouco relevante e somente 5% acredita que o modelo vai praticamente deixar de existir – 7% afirmam ainda não saber o que irá acontecer com seus negócios no futuro.

“A abertura para um novo ciclo de perpetuidade não passa necessariamente pela invenção de algo completamente novo, algo disruptivo. Talvez um simples ajuste no modelo de negócio, na forma de entregar, distribuir ou mesmo vender o produto já é uma possibilidade de criar esse novo futuro”, conclui Junior Borneli, fundador e CEO da StartSe.

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