Liderada pelos irmãos Stuart, RGS Partners é referência no mercado de M&A para companhias de pequeno e médio porte

Boutique se diferencia no setor de aquisições e fusões ao prestar assessoria personalizada, com acompanhamento do início ao fim do processo

Gêmeos Guilherme Stuart e Renato Stuart, fundadores da RGS

Gêmeos univitelinos, campeões brasileiros de natação e polo aquático na adolescência, formados pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e com passagens por grandes instituições financeiras nas áreas de private equity e M&A (Mergers and Acquisitions).

Guilherme e Renato Stuart sempre serviram de estímulo um para o outro, e, em muitos momentos, cruzaram suas histórias. Em 2013, uniram-se num projeto desafiador: largaram o emprego no BTG Pactual para montar uma boutique de fusões e aquisições.

“Com a experiência que acumulamos ao longo de anos liderando grandes transações pelo banco, tínhamos plena consciência de que podíamos oferecer um serviço superior em termos de qualidade, sofisticação e dedicação ao cliente”, diz Renato Stuart.

A conclusão à época, segundo eles, foi a de que existia no Brasil um mar de oportunidades para o M&A no Middle Market (que congrega companhias de médio e pequeno porte). Primeiro, porque as instituições financeiras atuavam e ainda atuam, fundamentalmente, na fusão e aquisição de grandes empresas. Segundo, porque as exceções à regra ofereciam um serviço muito similar ao de um corretor, e não o de um verdadeiro advisor.

Assim surgiu a RGS, que entrou em operação naquele mesmo ano, referenciada por bancos e escritórios de advocacia. “Assessoramos tanto um comprador quanto um vendedor numa transação que pode ser integral ou parcial, e oferecemos assessoria para companhias que buscam fusões, joint ventures, IPOs ou captação de recursos com fundo de investimentos para capitalizar o negócio”, resume Guilherme.

“Nosso negócio envolve a necessidade de plantar para colher frutos futuros”, afirma Renato.

Foi pensando nesse conceito que a RGS lançou, no ano passado, um serviço que vem dando… frutos. Como muitas empresas de Middle Market não são auditadas e não estão prontas para passar por um processo de venda, a boutique criou um time específico para oferecer um diagnóstico profundo das companhias que a procuram sob a intenção de serem compradas.

“Não raro, transações empacam porque os números de uma empresa não batem”, conta Guilherme. Os serviços de consultoria para organizar os números, por sua vez, são demorados e muitas vezes considerados desnecessários pelos clientes. Um equívoco.

“A demora por parte das consultorias de auditoria era um gargalo para RGS, porque nos impedia de iniciar nosso trabalho, e gerava insatisfação no cliente. Nossa tese é que o trabalho de diagnóstico aumenta demais as chances de sucesso do deal e, por consequência, a liquidez do Middle Market”, finaliza Renato.

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