Em um ano e meio de operação, SWM chega a R$ 2 bilhões sob assessoria

Com foco no private, escritório oferece soluções completas para o patrimônio de investidores, empresas e family offices

Plugado desde sempre ao ecossistema do BTG Pactual, o escritório de agentes autônomos de investimentos SWM foi fundado em janeiro de 2020. Em apenas um ano e meio de operação, já conquistou a marca significativa de R$ 2 bilhões sob assessoria.

O resultado se deve a uma combinação de fatores: o time é formado por bankers com larga experiência no setor private; os produtos e serviços oferecidos constituem uma solução completa para o patrimônio de investidores, empresas e family offices; e o atendimento a esses clientes, high e ultra high net worth – ou seja, com fortuna na casa das dezenas de milhões –, é personalizado.

“Nos posicionamos como um escritório que busca atender as demandas em diversas frentes. Atuamos com um olhar 360 graus sobre as finanças dos nossos clientes”, resume o sócio-fundador Manoel Campos, que soma 30 anos de experiência no mercado financeiro.

Segundo ele, sem o apoio de uma instituição como o BTG não teria sido possível atrair tantos clientes nesse período e mantê-los na carteira. O montante sob gestão está distribuído por aproximadamente 70 grupos econômicos (um terço são grandes companhias).

Os grandes investimentos realizados pela SWM ao longo de 2020 referendam a posição de “TOP Performances” do BTG Pactual, dedicada aos escritórios com melhor performance em vendas. O ticket médio varia de R$ 15 milhões a R$ 17 milhões. Boa parte dos clientes, no entanto, tem patrimônio alocado de R$ 50 milhões.

“Nosso papel consiste em usar o conhecimento, a habilidade e o networking do escritório para ter uma visão ampla do cliente e estabelecer com ele uma relação de proximidade, transparência e flexibilidade”, diz Isabela Della Torre, também sócia-fundadora, ao lado de Campos, Carla Ventura e Robert Balestrery.

Aspecto importante quando o assunto são aportes, a tendência de alta na Selic não representa um obstáculo, segundo os sócios-fundadores, já que os investidores estão mais propensos a tomar riscos diante de um mercado mais fragmentado, com distribuidoras independentes e com grande expertise.

Nesse sentido, a SWM tem investido em produtos diferenciados e mais estruturados, que descorrelacionem o portfólio do cliente onshore e offshore. “Essa busca nos fez iniciar um movimento de expansão do business, com um braço focado em corporate e uma gestora independente de recursos”, afirma Isabela.

Com sede em Belo Horizonte e focada em atender Minas Gerais, o Centro Oeste e o Nordeste, a operação é liderada por Karina Machado, profissional com ampla expertise em private banking (trabalhou em instituições como Santander, UBS Pactual, Safra e BNP Paribas) e tem o apoio da banker Amanda Ferreira.

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