São Paulo, março de 2026 – A Bloquo, empresa de infraestrutura financeira baseada em stablecoins, participa do MERGE 2026, realizado entre os dias 17 e 19 de março, com programação no Teatro Municipal e no World Trade Center. A companhia contará com estande próprio e terá seu CEO, Carlos Russo, entre os participantes do painel “Pix, stablecoins e o futuro dos pagamentos no Brasil”.
O evento reúne instituições financeiras, reguladores e empresas de tecnologia para discutir a evolução da infraestrutura de pagamentos e a integração entre trilhos digitais e o sistema financeiro tradicional. Nesse contexto, a Bloquo apresenta sua arquitetura institucional voltada a pagamentos globais com liquidação on-chain, permitindo que instituições operem ou integrem essa camada tecnológica à sua própria stack regulada.
A empresa oferece uma infraestrutura completa que combina orquestração de pagamentos, câmbio regulado (FX), provisionamento de liquidez e trilhos on-chain de liquidação internacional. O modelo permite execução contínua, liquidação T+0 e integração por meio de APIs ou dashboard institucional.
A solução é voltada a instituições reguladas e não reguladas que desejam operar transações internacionais dentro de uma estrutura aderente às exigências regulatórias. No Brasil, a Bloquo opera em conformidade com o marco regulatório aplicável às operações de câmbio e ativos virtuais. Nos Estados Unidos, é registrada como Money Services Business junto ao FinCEN.
Com mais de US$ 1 bilhão em volume anualizado, já intermedeia fluxos reais de pagamentos internacionais e operações de comércio exterior, conectando múltiplas moedas e jurisdições por meio de uma infraestrutura integrada.
Além da camada operacional, a empresa apresenta ao mercado a Bloquo Infra, arquitetura modular voltada a instituições financeiras que desejam estruturar ou expandir sua própria infraestrutura de liquidação, FX e pagamentos internacionais. A proposta é permitir que bancos, PSPs e instituições reguladas integrem trilhos digitais de liquidação à sua arquitetura existente, mantendo governança regulatória, controle operacional e autonomia tecnológica.
“A discussão deixou de ser sobre tecnologia isolada e passou a ser sobre infraestrutura”, afirma Carlos Russo, CEO da Bloquo. “Instituições precisam de arquitetura institucional para operar pagamentos globais com eficiência, controle e integração regulatória. É isso que estamos construindo.”
Em um cenário de amadurecimento regulatório e de crescente demanda por liquidação internacional mais eficiente, a Bloquo se posiciona como infraestrutura institucional para a próxima etapa da integração entre finanças tradicionais e novas camadas tecnológicas.




