O mercado financeiro passa por uma grande transformação possibilitada pelo uso de tecnologias e inteligência de dados que têm permitido transações mais rápidas, seguras, integradas e de menor custo. As inovações são fundamentais para maior inclusão financeira e o Brasil, que tem como destaque a implementação do Pix, é referência global nesse cenário.
“Há muito ainda para alcançar não só em oferta de serviços como também em educação financeira. Nesse processo, a tecnologia será fundamental para a inclusão de todos aqueles que não fazem parte do sistema financeiro”, afirmou Gabriela Szprinc, Chief Business Officer da Dock. O comentário ocorreu durante o painel “O Futuro dos pagamentos: como a tecnologia reduz custos e aumenta a eficiência“, realizado nesta semana durante o VTEXDay, em São Paulo, e que também teve a participação de líderes das empresas Visa, QI Tech e Adyen.
Unicórnio de infraestrutura financeira que mantém mais de 71 milhões de contas ativas e processa, anualmente, mais de R$ 1,4 trilhão, a Dock tem a oferta de finanças embarcadas aos clientes como base para ampliar a inclusão no país. Um exemplo é a varejista Bemol, que possibilita o acesso a serviços financeiros para milhares de pessoas em áreas remotas da Amazônia.
O case foi citado por Gabriela durante o painel como um exemplo da importância das empresas que não são bancos em levar essas ferramentas a toda a população. “Ajudamos nossos parceiros a oferecerem produtos pois eles têm todo o conhecimento de seus clientes e podem ofertar serviços que atendam a necessidades mais específicas”, comentou a executiva da Dock, citando que iniciativas como essa levaram o Brasil a saltar da 35ª para a 21ª posição nos últimos dois anos no ranking global de inclusão financeira divulgado pelo grupo americano Principal.







