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“Ring the Bell”

“Batemos o sino” do CRPT11, - Empiricus Teva Criptomoedas Top 20 - Fundo de índice Investimento no Exterior

Hoje é um dia marcante para mim: estamos lançando o primeiro ETF da Vitreo, após uma longa “gestação”, como comentei na edição passada.

Literalmente acabei de voltar da B3, onde oficialmente “batemos o sino” do CRPT11, – Empiricus Teva Criptomoedas Top 20 – Fundo de índice Investimento no Exterior.

O ETF, Exchange-traded fund ou, em tradução livre para o português, um “fundo negociado em Bolsa” (semelhante a um fundo imobiliário), nada mais é do que um fundo que replica um índice de referência, assim como o Ibovespa ou o Índice de Small Caps.

O gestor tem um papel passivo na administração do fundo, “simplesmente” comprando os ativos que compõem o índice.

A estratégia passiva impede que o investidor se aventure, fazendo a seleção de papéis a partir de análises mais aprofundadas. O risco de escolher os ativos em que deseja investir é que, ao escolher um papel específico para se expor a uma determinada tese, você deixa de investir em inúmeros outros, deixando de, possivelmente, surfar ótimas oportunidades. Esse é o grande poder da diversificação.

Imagine que você está nos anos 2000, super otimista com a nova era da internet, e entende que é um setor que veio para ficar. Então analisa as principais empresas que compõe o setor e depois de muito estudo decide comprar determinada ação. Agora pense na possibilidade de ter deixado de comprar empresas como Amazon, Apple ou Microsoft…

Sua escolha resultaria em um retorno, possivelmente inferior ao de quase 10% ao ano comprando o QQQ – ETF, que replica o índice de ações de tecnologia americanas. Nesse caso, você teria acertado a tese e errado o investimento. Os ETFs são justamente uma solução para esse problema.

A indústria dos ETFs não é nova, foi criada em 1989, há quase 33 anos. Assim como qualquer nova classe de ativos, a entrada no mercado não foi fácil, havia pouco interesse por parte dos investidores e, para completar, a corte de Chicago classificou os ETFs como contratos futuros.

A segunda tentativa de lançamento ocorreu na Bolsa de Toronto, em 1990, com um ETF que replicava o principal índice canadense, o Toronto 35 Index Participation Units. Só três anos depois, em 1993, foi lançado o primeiro ETF nos Estados Unidos, o SPY, que replicava o índice S&P 500.

A entrada do Barclays, em 2001, com a conhecida marca iShares, foi fundamental para o crescimento da indústria. De 1993 até 2002 foram criados 102 ETFs e, até o final de 2009, já eram mais de 1.000 fundos. Desde 2009 o produto iShares é da gigante BlackRock. Em março de 2020 esse mercado disparou, alcançando o número de mais de 7.200 ETFs listados.

Eu tive o prazer de ser convidado pelo Barclays para uma imersão, em San Francisco, em 2007, para aprender sobre esse instrumento. Lembro de voltar para o Brasil surpreso com a abrangência do mercado de ETFs nos EUA e, em particular, com a experiência do mercado mexicano de assessoria de investimentos que se beneficiava do acesso aos produtos americanos.

No Brasil, o primeiro ETF surgiu em 2004, o PIBB11 lançado pelo BNDES e Bovespa para desenvolver o mercado de ações no Brasil.

Até o início da pandemia, em 2020, cerca de 30 ETFs eram negociados na B3. De lá para cá o número só cresce: o nosso CRPT11 é o 74° ETF na B3.

Os ETFs vêm caindo no gosto dos investidores brasileiros; afinal é uma maneira super fácil e simples de se expor a diferentes mercados, desde criptoativos até a Bolsa alemã. Hoje, temos mais de 600 mil CPFs investindo nesse mercado, respondendo por mais de 15% dos investidores do país na Bolsa.

O interessante é que, apesar de estar engatinhando nesse mundo, o mercado brasileiro foi pioneiro e disruptivo em lançar os primeiros ETFs com exposição ao mercado de criptoativos.

Na [B]³ já são listados 9 ETFs de cripto e nós não podíamos ficar fora dessa. O CRPT11 será o Camisa 10, estreando em um momento que especialistas entendem ser um ótimo ponto de entrada, dada toda a desvalorização percebida nos últimos tempos, no mundo de cripto.

Só para termos uma ideia do quão importante o Brasil é nesse mercado, nos EUA, por exemplo, o primeiro ETF exposto a esse mercado, o BITO, foi lançado apenas em outubro de 2021 e não é exposto diretamente ao Bitcoin, mas sim ao índice futuro.

Aqui na Vitreo, já somamos 10 fundos de investimento que investem no universo cripto. Este ETF é o nosso décimo primeiro produto, que chega agora para expandir ainda mais nossa prateleira de investimentos dessa tese.

E falando mais sobre o CRPT11, ele adota o Teva Criptomoedas Top20 como índice de referência – o primeiro índice de criptomoedas brasileiro, criado e mantido pela brasileira Teva Índices.

O objetivo do ETF é refletir o retorno da carteira diversificada do índice, composto pelas 20 criptomoedas com maior valor de mercado disponíveis para negociação e que atendem a critérios razoáveis de liquidez e elegibilidade.

O índice tem rebalanceamento mensal, sempre no primeiro dia útil, levando em consideração todos os dados até o último dia útil do mês anterior e o preço no dia do ajuste.

O CRPT11 tem taxa de administração de 0,75% ao ano e não tem taxa de performance. Na largada, as principais posições da carteira do ETF são Bitcoin (58,1%), Ethereum (25,6%), Cardano (2,7%) e Solana (2,5%).

Você sabe que sempre buscamos trazer as melhores oportunidades de investimento para você, investidor, e desta vez não podia ser diferente. Estamos lançando um ETF multi-asset com menor taxa (0,75%), mais diversificado, mais ágil, contando com 20 criptoativos, e defasagem de dados de apenas um dia útil antes do rebalanceamento.

A título de comparação, o HASH11, outro ETF que busca atingir o mesmo objetivo do CRPT11, tem uma taxa de administração de 1,30%, é composto por apenas 10 criptomoedas, a defasagem dos dados é de 45 dias antes do rebalanceamento e é rebalanceado trimestralmente.

Voltando para a tese das criptomoedas, sei que o cenário está desafiador para este mercado. Fato é que nós tendemos a olhar sempre para as quedas e não para as valorizações.

Mas precisamos olhar para estas, também. Só nos últimos 10 anos, o universo cripto foi capaz de tornar muitas pessoas milionárias, tanto investidores pessoa física quando investidores pessoa jurídica.

Por isso, como já disse, assim como muitos especialistas, enxergo esse momento como um ótimo ponto de entrada principalmente para você que, assim como eu, pensa no longo prazo.

Esse fundo tem tudo que é necessário para mitigar o risco, e chega com a proposta de diversificar dentro do universo cripto.

Estamos muito entusiasmados e orgulhosos de colocarmos o pé nesse mercado. Contamos com vocês para o crescimento desse negócio. Convido vocês a se unirem a nós nessa nova jornada. Entra lá no nosso site para conhecer tudo sobre o CRPT11.

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