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Eventos de cripto em Dubai mostram que o metaverso chegou para ficar

Muitos investimentos estão sendo feitos para a evolução desse ecossistema e um dos principais pontos abordados foi a possibilidade de utilizar finanças descentralizadas dentro do metaverso

*Por Caio Villa, CIO da Uniera

Nesses últimos dias aconteceram dois eventos importantes para o universo cripto em Dubai. Um se chama Inevitable World Summit e o outro, Metaweek. Diversas personalidades foram convidadas para participar dos painéis, como Charles Hoskinson (CEO da Cardano), Emin Gün Sirer (fundador da Ava Labs) e Dr. Ben Goertzel (CEO da SingularityNET).

Eu fui convidado para participar desses eventos e percebi novidades que aconteceram por lá no período. Os eventos abordaram muitas questões sobre metaverso, mas, ao meu ver, o Metaweek trouxe mais novidades sobre as inovações que podem surgir em breve.

Não deve ser novidade para ninguém que o metaverso chegou para ficar e que a economia proposta com a descentralização tem muito a evoluir. Diversos speakers falaram sobre o impacto dessa nova era digital e como ela vai mudar a vida de todos. É um caminho sem volta.

Muitos investimentos estão sendo feitos para a evolução desse ecossistema e um dos principais pontos abordados foi a possibilidade de utilizar finanças descentralizadas dentro do metaverso. Por exemplo, se você tem um NFT de um terreno na Decentraland, será possível utilizar esta propriedade como colateral dentro de um provedor de liquidez para tomar empréstimos ou usar alguma outra ferramenta de DeFi.

Outro ponto levantado foi a acessibilidade ao metaverso, afinal diversos desenvolvedores estão criando soluções para atrair mais usuários. Algo muito citado por aqui foi a questão da monetização da paixão no esporte. Em um ambiente tradicional, quem ganha com a venda de material esportivo é o clube e o fornecedor – o torcedor só gasta.

Com essa nova ideia levantada pelo metaverso, os torcedores poderão monetizar os NFTs comprados, vendendo ou alugando sua camisa, para quem queira ir a algum evento em ambiente digital. Além disso os clubes poderão oferecer exclusividade a eventos no mundo real ou digital.

A indústria da música e cinema também são pontos chaves para esse novo modelo de economia descentralizada. Artistas e produtores já têm a possibilidade de rentabilizar melhor seus produtos, seja por plataformas já conhecidas – como Audius – ou outra prestes a lançar, como a Ritestream – projeto que a Uniera investiu em estágio inicial de desenvolvimento.

Como disse anteriormente, essa transformação é inevitável, quem se adaptar mais rápido levará vantagem. Novas tecnologias estão nascendo para suprir a demanda do metaverso e cada vez mais usuários serão impactados. Vale a pena acompanhar os próximos passos dessa evolução.

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