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Pesquisa da Hashdex e FGV revela que 50% dos investidores de cripto começaram a investir em entre 2020 e 2021

Estudo foi realizado em parceria com o University Blockchain Research Initiative (UBRI) e ouviu 576 investidores brasileiros

Segundo uma pesquisa realizada pela Escola de Economia de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas (FGV EESP), em parceria com o University Blockchain Research Initiative (UBRI) e a gestora Hashdex, 50% dos investidores de criptomoedas começaram a investir neste mercado entre os anos de 2020 e 2021. Por outro lado, apenas 12% dos entrevistados responderam ter iniciado seus aportes em 2016 ou antes. Já para os 38% restantes, os investimentos se iniciaram nos anos de 2017, 2018 e 2019.

O estudo ouviu 576 investidores, sendo 446 homens e 130 mulheres, da base de clientes de escritórios de agentes autônomos parceiros, como Monte Bravo Investimentos, Blu3 Investimentos, Acqua-Vero Investimentos, One Investimentos e Renova Invest, entre fevereiro e março de 2021. A pesquisa visa mapear o perfil dos investidores, entender suas diferenças sistemáticas e testar hipóteses de finanças comportamentais

Quando o assunto é a performance nas aplicações, os investidores cripto se autoavaliam melhor do que seus pares que investem apenas em outras classes de ativos. Em média, aqueles que aportam em ativos digitais deram uma nota de 6,87 para o desempenho dos seus investimentos, ante aos 6,21 dos investidores não cripto.

Gênero e idade

Em termos gerais, o gênero feminino representa 22,6% da amostragem total da pesquisa, entretanto, apenas 11,7% das investidoras aportam em criptoativos. Em contrapartida, os homens representam 88%. De acordo com o estudo, investidores cripto são mais jovens que os não cripto, em média, e estão na faixa de 30-39 anos (34%).

Por fim, outro dado bastante interessante é que 56,59% dos entrevistados, tanto dos que já aportam em criptomoedas como aqueles que não o fazem, buscam aprender sobre como investir em criptoativos de maneira autodidata, com ajuda de vídeos e tutoriais da internet. Entre os investidores criptos, há uma predominância de indivíduos com cursos superiores relacionados às finanças do que entre os não investidores, de 26% contra 18%.

A pesquisa pode ser consultada pelo site: https://www.hashdex.com.br/pesquisa-cripto-2021

Roberta Antunes, Chief of Growth na Hashdex
Roberta Antunes, Chief of Growth na Hashdex

Sobre a Hashdex

A Hashdex é a maior gestora de criptoativos da América Latina. A empresa é formada por profissionais com larga experiência no mercado financeiro e de tecnologia e profundo conhecimento em criptoativos e blockchain. A gestora lançou o primeiro ETF de cripto do Brasil, o HASH11 – que segue o Nasdaq Cripto Index, índice desenvolvido pela empresa em parceria com a bolsa americana. A companhia ainda listou na B3 o BITH11, um produto 100% bitcoin verde, e o ETHE11, que investe totalmente em ethereum.

Atualmente, a casa conta com mais de 250 mil investidores, incluindo os acionistas dos seus ETFs e dos demais fundos da gestora, e é responsável pela gestão de mais de R$ 5 bilhões. Para mais informações: www.hashdex.com.br.