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Ao som dos canhões

O resumo da última semana? Tensão. Na Rússia e na Ucrânia. Uma possível Guerra Mundial não seria demais? O que podemos esperar?

Pessoal, boa tarde. É, eu sei que os Diários de Bordo não costumam começar assim.

Mas existe um motivo para isso. Apesar de até agora você imaginar que quem vos fala é o Jojo, na verdade sou eu, o Kiki. Jojo está de férias e, por isso, estou assumindo o comando nessa e na próxima semana.

Dessa vez não precisei pensar muito no que gostaria de escrever aqui; afinal, nas últimas edições do DB, muito se falou sobre mercado. São tantos acontecimentos recentes que acho que vale seguirmos nessa pauta. E acredito que vocês estejam gostando disso.

O resumo da última semana? Tensão. Na Rússia e na Ucrânia. Uma possível Guerra Mundial não seria demais? O que podemos esperar?

Se na última edição você precisou relembrar um pouco as aulas de História dos seus tempos de escola, nessa não será diferente.

Vamos falar sobre isso. A Ucrânia se tornou uma democracia recentemente. Mais precisamente, em 1994, depois do fim da URSS. Antes de ter sido parte da União Soviética, a região pertencia ao Império Russo.

Tudo se intensificou em 2014 quando a Rússia anexou a Crimeia, território que antes pertencia à Ucrânia. Desde lá essa “guerra” segue acontecendo. Com muitos mortos.

O grande problema é que as tropas russas foram avançando. Passo a passo, foram chegando cada vez mais perto da Ucrânia. O alerta? “Eles estão ameaçando nossa independência”.

No último fim de semana, a tensão aumentou com o medo da invasão se efetivar. Se isso acontecer, como a OTAN vai reagir?

E, mais importante para nós, o mercado? Como reage?

Em 2014, os mercados globais sentiram os acontecimentos. Foi coisa de momento. Em pouco tempo, voltaram ao patamar em que estavam antes. Se você está muito preocupado com o que pode acontecer, vou precisar reforçar uma frase clichê com você: “venda ao som dos violinos e compre ao som dos canhões”. – Warren Buffett. Isso é tudo o que você precisa fazer.

Sempre tem alguma oportunidade. Dessa vez, commodities. O petróleo atingiu o maior valor em oito anos por conta da tensão entre os dois países. Nosso fundo aqui na Vitreo subiu mais de 12% neste mês. A demanda está aquecida, não sabemos até quando teremos oferta disponível.

Tudo isso influencia no preço. Especialistas já dizem até que chegará aos 100. É bem provável, a questão é saber quando isso irá acontecer. Acho que não deve demorar.

E em meio à tensão dos mais nervosos com uma possível guerra mundial, a inflação nos EUA continua rolando. O Fed já cantou a letra e deve seguir aumentando a taxa de juros durante este ano. A partir de março, devemos ver algo próximo de cinco aumentos.

Na entrevista pós-decisão, o presidente do Fed, Powell, teve uma postura bem “hawkish”, transparecendo estar confortável com o aumento iminente dos juros.

A consequência dessa postura mais propícia a aumentar os juros refletiu diretamente nas Bolsas americanas. Nasdaq, S&P500 e Dow Jones caíram. Muito. As ações de tecnologia têm sido penalizadas durante os últimos dias.

Com as criptomoedas não foi diferente. Caíram as ações de tecnologia, caíram as criptos também, sofrendo forte correção. Bitcoin está abaixo dos 40 mil dólares. Normal. O mercado de cripto é muito volátil, e isso você já sabe.

Vender agora é como dar um tiro no próprio pé. Tome decisões com calma. Para o Vinicius Bazan, analista de cripto da Empiricus: “não há uma deterioração total do cenário de cripto”. Não devemos estar passando por o que estão chamando de um “inverno de cripto”.

Contraditório ou não, por incrível que pareça, o Brasil corre sentido contrário às Bolsas americanas e às Criptomoedas. Por aqui, o Ibovespa sobe. Será que chegaremos aos 130 pontos novamente?

Com as ações de lá de fora perdendo sua atratividade, o fluxo estrangeiro no Brasil tem aumentado. Nas últimas semanas temos visto uma Bolsa mais positiva. A má performance em 2021 deixou nossa Bolsa barata nesse momento de aumento de juros nos EUA e perda de força das Bolsas por lá.

E para aproveitar esse momento de Bolsa Brasileira subindo, na próxima segunda teremos lançamento de fundo novo. Por diversas vezes nós já comentamos por aqui que a Bolsa está no momento mais atrativo de lucratividade em quase 20 anos.

Há um grande potencial de multiplicação nas ações que poucas pessoas conhecem, que não estão no radar, tem menor valor de mercado, pouca liquidez… aquelas empresas que passam por alguma situação especial.

São essas ações que podem fazer parte do seu capital investido por meio do nosso novo fundo. Não podemos prometer resultados, mas prometemos que estaremos buscando aquelas ações que, na nossa visão, são as melhores para compor o fundo.

Então se quiser acompanhar a série de vídeos sobre o fundo, é só clicar aqui para saber mais. Também tem dois presentes para você ao final.

Fora isso, não poderia deixar passar em branco: nosso fundo do Metaverso fez tanto barulho no mercado que já tem corretora grande copiando nossa ideia. Como bem colocou o Felipe Miranda: “imitação é a forma mais sincera de elogio”.

Também não posso deixar de compartilhar com vocês um feito para nós da Vitreo. Estamos entre as cinco corretoras que mais ganharam clientes em 2021. Para mim, isso tem apenas um significado: confiança. Obrigado por estarem do nosso lado. Deixo aqui nossos agradecimentos a nossos clientes. Se quiser conferir a matéria, é só clicar aqui.

Leia o Diário de Bordo na íntegra:  clique aqui. 

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