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Entre idas e vindas

E se em 2021 fomos do otimismo à sobrevivência, quem sabe em 2022 possamos ir do pessimismo aos bons resultados?

Eles estão voltando. E é sempre assim.

Um tal de vai e vem.

Estou falando dos investidores estrangeiros. No mês de dezembro, tivemos uma alta no fluxo de entrada de capital estrangeiro aqui na Bolsa Brasileira. Não apenas isso: desde 2009, batemos um recorde. Incrível, não?

Até algum tempo atrás, só ouvíamos falar sobre a fuga dos investidores estrangeiros.

Tenho vagas lembranças de quando o Felipe escreveu, em alguma das edições do Day One, o que o Ilan Goldfajn havia dito ao Neofeed, em matéria do dia 13 de dezembro, sobre eles: “… não estão fugindo do Brasil. Eles já fugiram”. O que me chamou atenção mesmo foi o comentário do próprio Felipe: “A parte boa é que eles voltam”.

E não é que voltam, mesmo? Cá estamos nós.

Talvez você já saiba, mas o momento atual faz com que nosso país esteja realmente atrativo, sob algum ponto de vista. Tá. Talvez tenha sido um pouco confusa essa fala; afinal, sob que ponto de vista? E de quem?

Fato é que, com câmbio desvalorizado e a queda que a Bolsa teve, tudo ficou mais barato. Não só para nós, mas também para os estrangeiros.

O interesse deles mesmo é nas commodities. Nós aqui queremos investir em consumo doméstico, em lojas, varejo etc. Eles querem investir nas commodities. Isso puxa o preço pra cima, naturalmente.

Além dos preços baixos, é muito provável que nossa preocupação com as eleições aqui no Brasil seja maior que a deles. Eles não são metralhados com notícias do Brasil, todos os dias. Mais um fator para que invistam aqui. Aliás, o Guilherme Aché, fundador da Squadra, em entrevista ao Brazil Journal, tem falado para esses investidores estrangeiros que acredita em um processo eleitoral mais tranquilo. Será?

Inesperado.

Esse é o meu ponto de vista. Mas sinceramente, não dá para saber. O Brasil é uma caixa de surpresas. Claro que acredito que a disputa será entre os dois candidatos. Mas, até outubro, temos um longo caminho, árduo, pela frente.

Tentar saber o resultado das eleições é como tentar prever o preço do dólar: é impossível. Só não superestime e nem subestime o resultado. É tão inesperado que pode ser muito ruim, ou pode ser muito bom.

O que importa é que até lá a Bolsa não vai parar. Os ativos estarão se valorizando e desvalorizando. O que não dá é para prever os resultados. O Ray Dalio mesmo já disse: “Tentar cronometrar o mercado de ações é mais difícil que competir nas Olimpíadas. As pessoas não estão equipadas para prever quais ações vão subir e quais vão cair”. Ninguém.

Vamos falar mais sobre Bolsa.

Fim de 2021, quase metade da população mundial imunizada, porém… pandemia mais viva do que nunca. Mesmo assim…

Nos últimos três dias, a Bolsa conseguiu se recuperar e apresentar um resultado positivo. Começamos o ano no negativo, estamos positivos agora: 1,84% de alta no fechamento de ontem, perto de zerarmos as perdas em 2022. Será que nos manteremos estáveis? É pagar para ver.

Nos EUA, a inflação chegou aos 7%. É um número muito alto. Desde 1982, é a maior variação anual já alcançada por eles. É ruim, mas está em linha com o que era esperado. Por isso, acredito que o Fed deva elevar a taxa de juros nos próximos meses, a se estender pelo ano.

O bom é que essa alta de juros pode beneficiar o Brasil. Dólar mais fraco, commodities subindo… E a gasolina também. Isso mesmo. Mais uma alta. Hoje já está valendo: ao sair de casa, você deve ter se deparado com um valor diferente nos postos. Foi um reajuste de 8% feito pela Petrobrás.

Coincidência ou causalidade? Gasolina subindo e o petróleo se valorizando. Nosso fundo teve uma alta muito expressiva nesse início de ano. Até agora, já são 10,03% de retorno, e ainda estamos no dia 13 de janeiro. Um movimento de alta que não deve parar por aqui.

E essa é apenas uma das evidências de que, mesmo com um cenário incerto, não significa que não existam boas oportunidades para você. Inclusive, nos últimos 26 anos, um movimento de forte valorização da Bolsa Brasileira aconteceu 5 vezes.

Hoje, as ações brasileiras estão em seu nível mais barato em quase 20 anos. Tem muita oportunidade boa para se ganhar dinheiro.

Decidi criar um portfólio enxuto, mas que seja poderoso, com algumas ações que foram selecionadas a dedo por mim, todas elas com potencial de multiplicação. Clique aqui para saber mais.

E, fora da Bolsa, a Bitcoin está despencando. Ativo global, sem fronteira entre nações. O Cazaquistão, que é o segundo país com maior poder computacional para mineração de Bitcoin, sofreu com uma onda de protestos.

O Governo então achou que seria uma ótima ideia desligar a internet do país e conter o avanço dos conflitos. Há algum tempo a China havia proibido a mineração das Bitcoins, fazendo o ativo despencar na época. Logo em seguida, vimos máximas históricas.

Claro que nesse momento a queda da Bitcoin também pode ter sido influenciada pelo Fed, que se mostra preocupado com a inflação e aumento dos juros nos EUA.

E, apesar do momento atual, as criptomoedas, assim como o Brasil, são sempre uma caixinha de surpresas. A única diferença é que elas possuem um potencial enorme de valorização. O que vimos no ano passado foram quedas seguidas por recordes históricos.

Todos os dias têm gente comprando e vendendo Bitcoin. Você só precisa estar do lado certo, no momento certo. Você já sabe: vender na baixa e comprar na alta não é bom negócio.

Nesse momento, acredito que vale aproveitar essa queda de mais de 40% da Bitcoin, além das outras criptos que também estão caindo. Aqui na Vitreo temos o fundo Coin Cripto. Diversificado em criptomoedas, este fundo permite que todo investidor possa ter acesso a diversos criptoativos ao realizar um investimento. Clicando aqui você pode buscar a chance de surfar numa próxima onda de altas, quem sabe…

E se em 2021 fomos do otimismo à sobrevivência, quem sabe em 2022 possamos ir do pessimismo aos bons resultados? Se começamos com o pessimismo, isso tem um lado bom: há um espaço muito grande para que os ativos se valorizem.

O ano será desafiador, mas estamos no caminho de uma adaptação à nova realidade.

P.S.: Parabéns para os meus pais, que hoje comemoram Bodas de Bronze! 51 anos juntos, cada vez mais cúmplices de um amor que emociona e inspira! Amo vocês!

Leia o Diário de Bordo na íntegra:  clique aqui. 

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