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Gavea Marketplace lança programa ESG para fomentar o setor agro brasileiro pelo mundo

Programa “Gavea.ESG” promove a sustentabilidade, beneficiando produtores rurais e contribuindo para o fim da comercialização de produtos irregulares

A Gavea Marketplace, startup que criou a primeira bolsa digital do mundo voltada à comercialização de commodities agrícolas usando a tecnologia blockchain, anuncia o lançamento de um programa inédito de sustentabilidade para o setor agro brasileiro. Batizado de “Gavea.ESG”, o projeto reúne diversas ações da companhia que asseguram a procedência legal dos produtos comercializados e a total rastreabilidade das transações. Com isso, a startup promove o controle socioambiental das commodities negociadas, no Brasil e no exterior.

Alinhada com diretrizes ESG, a ação ainda beneficiará todos os participantes que comercializam na plataforma, que deverão ter produtos valorizados por estarem de acordo com políticas ambientais internacionais. “Na COP-26 este assunto esteve em evidência. Diversas empresas, países, e até mesmo a União Europeia, assinaram termos e compromissos para suspender a compra de produtos oriundos de áreas desmatadas. Com o nosso programa e negociando pela Gavea, o comprador sempre saberá a procedência do produto, ou seja, se foi produzido de maneira consciente e legal”, comenta Vítor Uchôa, fundador e CEO da Gavea.

“Quando há o cadastro de produtores ou fornecedores, fazemos o background check com toda validação socioambiental do usuário e de suas propriedades. Verificamos, por exemplo, se existem casos de desmatamento nas propriedades, ou até mesmo uso de trabalho análogo à escravidão”, comenta Vítor Uchôa. “Posteriormente, quando transformamos a soja ou milho em “tokens”, novamente realizamos uma análise da sua origem e situação perante órgãos competentes como Ibama, ICMBio, Ministério do Trabalho, entre outros. Vale ressaltar que essa checagem acontece mensalmente, ou sempre que houver alguma transação. Assim, o usuário sempre valida a procedência dos produtos comercializados, antes de decidir comercializar”, detalha.

Lançada no mercado em fevereiro deste ano, a Gavea Marketplace é uma plataforma que conecta produtores, vendedores, distribuidores e exportadores em um ambiente 100% digital e seguro, com a entrada de participantes condicionada a uma checagem prévia de conformidade com aspectos regulatórios e ambientais.

Considerada a maior aplicação de tecnologia já feita no segmento de comercialização de commodities agrícolas, a solução usa o blockchain — como são chamadas as redes que registram as transações envolvendo criptoativos — para digitalizar os produtos físicos (soja e milho). Com isso, eles são transformados em “tokens”, chamados de Gavea.tokens.

Os Gavea.tokens são armazenados no e-Silo, uma espécie de armazém digital, que equivale à carteira digital, tudo dentro do Gavea blockchain. Depois, são negociados pelos participantes por meio da plataforma, com agilidade, segurança e privacidade dos dados.

“Somos a única bolsa digital de commodities em blockchain. Por isso, podemos afirmar que esta transparência e rastreabilidade é inédita para o setor agro. Além disso, nosso programa socioambiental (Gavea.ESG) é uma solução concreta e estrutural, e não momentânea ou promocional, como é de praxe no setor”, conta Uchôa.

blockchain

Em menos de um ano, a plataforma soma mais de US$ 1,1 bilhão (cerca de R$ 6 bilhões) em ordens de compra e venda, correspondentes a mais de 2,5 milhões de toneladas de produtos.

Sobre a Gavea Marketplace

A empresa, criada em 2019, desenvolveu uma bolsa com serviço que digitaliza as negociações de commodities e dá segurança, agilidade e privacidade a transações que há décadas são feitas de maneira analógica, descentralizada e pouco segura. A solução aproxima produtores, vendedores, distribuidores e exportadores e, por meio da tecnologia por trás das criptomoedas, emite tokens – com registros e transferências efetuados por uma rede de blockchain – representando quantidades de soja e milho que, depois, são negociados entre as partes na plataforma. Há planos de curto prazo para ampliação dos produtos e mercados cobertos pela bolsa.

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