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São Paulo ganha nova livraria de rua, a Livraria do Brooklin

Novidade na zona sul da capital paulista reforça tendência do mercado livreiro, que tem visto crescimento de lojas independentes

Para o amante da boa literatura, poucos prazeres são comparáveis a uma tarde cercado por livros. Não à toa, cada vez mais as pessoas têm trocado as grandes redes pelas livrarias de rua, independentes, onde podem ter recomendações personalizadas, participar de eventos, conviver com outros leitores e descobrir novos autores. Foi a ausência de um espaço como esse no Brooklin, na zona sul da capital paulista, que levou a jornalista e historiadora Victória Mantoan a criar a Livraria do Brooklin.

“Eu sempre gostei da experiência de ir até uma livraria, ficar horas escolhendo minha próxima leitura e ser surpreendida por um título de que nunca ouvi falar graças a uma curadoria bacana. Depois que me mudei para o Brooklin, tive dificuldade de manter essa rotina, precisava visitar os bairros vizinhos. Foi então que surgiu a ideia de trazer um espaço assim para cá”, comenta.

Localizada no número 275 da rua Hollywood, a Livraria do Brooklin ocupa um sobrado recém-reformado que conta também com um café próprio, nos fundos. A ideia é oferecer uma experiência completa, que permita ao cliente encontrar sua próxima leitura, trocar ideias com os livreiros do espaço e tomar um café, cerveja ou vinho.

“Queremos oferecer aos leitores que valorizam esse tipo de experiência um espaço de encontro completo com a literatura. Hoje, se ele quer um título específico, pode encomendar pela internet. Mas nada se compara à vivência de entrar em uma livraria, conversar com o livreiro, folhear os volumes, e investir tempo entendendo quais livros agradam mais e que irá levar pra casa”, reforça Victória.

A livraria possui cerca de dois mil títulos, selecionados a dedo por Victória e pelas livreiras da casa. São poucos os volumes de cada título disponível – a Livraria do Brooklin não trabalha com consignação, apostando em livros cuidadosamente selecionados. A curadoria não tem como foco os mais vendidos ou apenas em lançamentos, mas sim privilegiar gêneros e autores com os quais a equipe tem maior afinidade – livros que indicariam de olhos fechados para amigos e familiares.

Logo na entrada da livraria, o leitor se depara com uma seção com indicações realizadas pela equipe, que mesclam volumes de gêneros e origens diferentes. No primeiro andar, as obras estão dispostas de acordo com uma classificação própria da livraria. Para além de “literatura nacional” e “literatura estrangeira”, há uma divisão por região, com prateleiras dedicadas a livros africanos, asiáticos, portugueses ou russos. Há ainda autores e coleções que são considerados um gênero próprio. As obras de Carlos Drummond de Andrade, por exemplo, estão juntas, sem separação por prosa ou poesia. Já no segundo andar, ficam as obras infantis, infanto-juvenis, de fantasia e não ficção.

Por toda a livraria, há espaços que convidam os leitores a se sentar e descobrir os livros com calma. A fachada também é uma atração à parte, com um mural da artista Pati Prado, que traduziu em imagens trechos de livros indicados por Victoria. Entre eles, A Trégua, mais famoso romance de Mario Benedetti, e Barba ensopada de sangue, de Daniel Galera.

Além do presencial, a Livraria do Brooklin também aposta no atendimento via redes sociais ou WhatsApp, com as livreiras exercendo um papel de extrema importância na consultoria e indicação de algum livro.

Serviço:
Livraria do Brooklin
Endereço: Rua Hollywood, 275 – Brooklin
Dias e horários de atendimento: de terça a domingo, das 11h às 20h
Contatos: 11 5535-7265

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