No ensino de idiomas, tecnologia não substitui papel do professor

A presença de recursos tecnológicos no ensino de idiomas tem crescido de forma consistente, trazendo novas possibilidades de interação, personalização e acesso ao conhecimento. No entanto, o papel do professor permanece central para que o uso dessas ferramentas realmente faça sentido no processo pedagógico. 

Para Andrés Moreno, fundador e CEO da Open English, o uso da tecnologia precisa estar a serviço de uma proposta pedagógica clara, com objetivos bem definidos e com um professor capacitado para atuar com esses novos recursos. Não basta adotar inovações, é necessário que os educadores estejam preparados para integrá-las de forma crítica e eficaz ao cotidiano da sala de aula.

“A IA deve ser vista como ferramenta de capacitação. Ela oferece aos educadores dados valiosos sobre o progresso de cada aluno, sugere planos de aula personalizados e garante feedback imediato. É fundamental lembrar que o professor segue sendo insubstituível. Nenhuma inteligência artificial é capaz de reproduzir a sensibilidade humana, a capacidade de adaptação em tempo real ou a empatia que um bom educador oferece”, diz Moreno.

Nesse cenário, a formação de professores assume um papel estratégico. Mais do que dominar ferramentas, trata-se de desenvolver a capacidade de selecionar, adaptar e conduzir experiências de aprendizagem que valorizem tanto o potencial da tecnologia quanto a dimensão humana do ensino.

Leia o artigo completo na Exame.

Descubra mais sobre Crania

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading