Ricardo Kotscho reflete sobre o futuro do jornalismo e garante: papel do repórter é insubstituível

“Pode inventar o que quiser, inteligência artificial, Elon Musk ir para o espaço ou para outro lugar, mas o repórter é insubstituível na caça, no garimpo da informação. Eu duvido que um robô, um negócio de inteligência artificial, faça o papel do repórter.” Com essa tremenda frase o renomado jornalista Ricardo Kotscho, vencedor de um Premio Esso, respondeu a Pedro Bial em seu programa na TV Globo sobre a situação atual do jornalismo global.

Bial questionava Kotscho sobre se há uma crise de reportagem nos dias de hoje. Com muito bom humor, o jornalista disse que já décadas escuta falar em crise e morte da imprensa. Lembrando que há 30 anos foi convidado junto com Zé Hamilton Ribeiro, que à época era do Globo Rural, para um debate na Associação Brasileira de Imprensa, a ABI, que fica no Rio. “E então, trinta anos depois, convidaram a gente para fazer um debate na PUC do Rio de Janeiro. E o tema era “A reportagem morreu?”

Com 60 anos de jornalismo, ele garante que o jornalismo “não vai morrer nunca”. E que crises são comuns e sempre haverão: “A internet foi a maior revolução nas comunicações humanas desde o alemão Gutenberg. Mexeu com tudo e ainda está em processo”.

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