Na foto você pode ver embalagens de bioplástico compostável fabricados a partir da cana-de-açúcar pela ERT.
Micro-plástico encontrado em cérebro humano. Já tem mais plástico que peixe no mar. Centenas de tartarugas e tubarões morrem por asfixia no mar. Essas são manchetes cada vez mais comuns no noticiário global. Afinal, são tantas toneladas de plástico de uso único jogadas diariamente fora que nem damos conta de reciclar. No Brasil, segundo o WWF, só 1,2% do plástico é reciclado. Com foco na colaboração da solução deste grave problema, a ERT é a primeira empresa brasileira a produzir plástico compostável. A matéria prima é a cana de açúcar.
“O problema do excesso de lixo e poluição climática não será resolvido com apenas uma solução. Para encontrar a saída mais apropriada é preciso levar em consideração cada tipo de uso e produto, e não apenas o fato de parecer o mais sustentável”, explica Gabriela Gugelmin, diretora de estratégia e sustentabilidade da greentech ERT.
Ela completa dizendo que mais da metade do plástico é de uso único, pensar em alternativas como bioplásticos compostáveis pode ser a solução para os descartáveis. Na Europa inclusive já é lei que esses artigos sejam feitos a partir de fontes renováveis e biodegradáveis.
No Brasil, o assunto ainda é de pouco conhecimento, mas vem ganhando relevância. Já existem empresas que partem da premissa de oferecer alternativas amigas do ambiente. “O bioplástico com fim compostável é a solução ideal para plásticos de uso único, como sacolas de supermercado e copos, pratinhos e talheres descartáveis, que não contam com uma cadeia de reciclagem apropriada e, portanto, não são reaproveitados”, sugere Gabriela.







