Estreou na última quinta-feira (22) nos cinemas brasileiros o filme “A Mulher Rei”, protagonizado por Viola Davis, vencedora do Oscar e do Emmy pelas atuações em “Um Limite Entre Nós” e “How to Get Away With Murder”, respectivamente.
Com direção de Gina Prince-Bythewood, o longa se passa no século 19 e retrata a história de um exército composto só de mulheres liderado pela general Nanisca, personagem de Viola. Elas protegiam o Reino de Daoné (atual Benin) de colonizadores, tribos rivais e traficantes de escravos.
A atriz deu uma série de entrevistas durante a passagem pelo Brasil para divulgar a obra, e enfatizou o sentimento diferente que teve ao longo das gravações por conta da presença feminina na equipe – mulheres integram a direção, roteiro e produção do filme. Segundo ela, “tem algo sobre estar no meio das mulheres onde você não tem que trabalhar tanto para tentar definir quem você é”.
Ao ser questionada sobre o retorno ao Rio de Janeiro, que abrigou o maior porto que recebeu escravizados nas Américas, a atriz afirmou que “o Brasil e os portugueses são parte importante do filme”. Doze milhões de escravos vieram da África Ocidental para o Brasil, o Caribe e o Sul dos Estados Unidos, lembrou Viola.
“A Mulher Rei” está em cartaz exclusivamente nos cinemas.



