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KPMG: 88% dos CEOs de bancos estão otimistas com o crescimento dos negócios

O relatório aponta, também, que 75% dos líderes estão bastante otimistas quanto ao crescimento do setor bancário nos próximos três anos, apesar da incerteza econômica contínua

De acordo com o recorte bancário da pesquisa anual Global CEO Outlook 2021 da KPMG, 88% dos CEOs dos bancos estão confiantes no crescimento das organizações que lideram, mas esse otimismo não se reflete na perspectiva sobre a economia global. O estudo foi feito com base nas respostas de 135 líderes bancários e oferece uma visão de como eles estão lidando com a tecnologia, colocando as pessoas em primeiro lugar e sendo orientados para o propósito da instituição.

O relatório aponta, também, que 75% dos líderes estão bastante otimistas quanto ao crescimento do setor bancário nos próximos três anos, apesar da incerteza econômica contínua.

“Por conta da realidade atual de pandemia, a necessidade de estabilidade é fundamental. Além disso, os CEOs identificaram a proposta de valor para os funcionários como a prioridade para atingir os objetivos de crescimento das organizações. Os líderes estão procurando investir na qualificação dos servidores. Ao mesmo tempo em que se preocupam com o bem-estar coletivo e individual, eles aspiram construir uma cultura em que o grupo esteja engajado. Para isso, o trabalho flexível é incentivado”, analisa o sócio-líder de serviços financeiros da KPMG no Brasil, Cláudio Sertório.

Segundo a pesquisa, os CEOs reconheceram a necessidade de investir em oportunidades digitais, com 67% deles fazendo aportes na aquisição de novas tecnologias.

“A proximidade com o cliente e o uso criativo da tecnologia impulsionam a inovação disruptiva. É muito importante que as instituições financeiras entendam os clientes e investir nos elementos digitais é uma excelente via para conseguir isso. Dessa forma, com essa aceleração, o risco de segurança cibernética foi entendido como a ameaça mais importante para esses bancos. É compreensível que quase metade dos CEOs reconheça a necessidade de melhorar as habilidades de segurança das instituições que lideram”, finaliza o sócio.

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