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Qual deveria ser o reajuste do auxílio de renda para recompor a perda de poder de compra

Gabriel Leal de Barros, economista-chefe da RPS Capital, explica como equilibrar responsabilidade social e econômica sem parcelar os precatórios ou furar o teto de gastos

O estudo Fair Play, publicado nesta quarta-feira (17) por Gabriel Leal de Barros, economista-chefe da RPS Capital, desmistifica a ideia de que as responsabilidades fiscal e social não podem estar de mãos dadas na recomposição do poder de compra do Programa Bolsa Família. Segundo o especialista, é possível “conciliar sem flexibilizar o arcabouço institucional do País”.

O trabalho desenvolvido por Barros mostra que o aumento no programa de R$ 190 para R$ 280, valor suficiente para reestabelecer a relação registrada entre 2016 e 19, não exige manobras fiscais ou qualquer parcelamento dos precatórios.

“De forma objetiva, a expansão do Programa Bolsa Família teria um custo de apenas R$ 24 bilhões por ano, uma miudeza dentro do extraordinário orçamento federal de R$ 1,54 trilhão para o gasto em 2022”, escreve o economista-chefe da RPS Capital. “A matemática é importante por tornar evidente a absoluta factibilidade de implementar do programa sem destruir o arcabouço fiscal institucional e para sair do campo das ideias e trazer para a realidade o valor efetivamente requerido de reforço do programa social.”

Confira a íntegra do estudo publicado por Gabriel Leal de Barros, economista-chefe da RPS Capital.

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