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O que esperar para o 4º trimestre? Andre Algranti, da Avenue, responde

O diretor de distribuição e novos negócios da Avenue, Andre Algranti, destaca as atuações da corretora americana e as expectativas em relação ao cenário brasileiro

Outubro já está na metade e o fim do ano se aproxima. 2022 está aí, batendo na porta. Mas o que esperar nesses últimos três meses dentro da área econômica? O diretor de distribuição e novos negócios da Avenue, Andre Algranti, destaca as atuações da corretora americana e as expectativas em relação ao cenário brasileiro.

As novidades, que devem ser apresentadas pela empresa em breve, tem como objetivo atrair um cliente com perfil mais sofisticado, mas sem perder o DNA de varejo, de democratizar o acesso do investidor brasileiro ao mercado internacional. “Nós queremos expandir o mercado financeiro do brasileiro para o mundo”, explica Algranti.

andre algranti avenue

Com uma base de quase 350 mil clientes e US$ 1,2 bilhões sob custódia, a corretora faz, nas palavras dele, um trabalho educacional: “independentemente de o Brasil estar bem ou mal, com perspectivas negativas ou positivas, nós reforçamos que investir em moeda forte tem que fazer parte de portfólio de qualquer cliente, de qualquer tamanho ou em qualquer momento”.

O “número” mágico, segundo ele, é entre 20 e 30% em ativos dolarizados.

“Mas o dólar está muito alto. Vou esperar cair para investir”

Se você tem essa ideia em mente, esquece! O diretor da Avenue ressalta que não existem motivos para o dólar cair neste último trimestre em relação aos patamares atuais. “Mesmo com juros apontando pra casa de 8%, algo que na visão geral seria motivo de pressão para o câmbio, não há cenário para cair”.

Algranti analisa também a queda da bolsa brasileira, que não conseguiu acompanhar a recuperação do mercado americano, e aponta os problemas políticos e fiscais do País como causas importantes desses resultados.

E se o cenário do Brasil está conturbado, e é ainda mais desafiador para 2022, uma das recomendações principais é a alocação internacional, mesmo que a desvalorização da moeda deixe as pessoas receosas para começar a investir no exterior. E a segunda dica é executar a estratégia que foi determinada, mesmo com a alta do dólar (ou queda do Real).

“Eu sempre brinco que, na verdade, o dólar está sempre a 1, e o que varia é o Real”, comenta.

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