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Vitreo lança mais um fundo alinhado ao ESG

Com aporte mínimo inicial de R$ 100, Energia Limpa FIA é voltado para todos os perfis de investidor

Com aporte mínimo inicial de R$ 100, Energia Limpa FIA é voltado para todos os perfis de investidor

Se você ainda não se deparou com a sigla ESG, talvez não esteja no planeta Terra. O conceito Environmental, Social and Corporate Governance – ou, em bom português, Ambiental, Social e Governança – está cada vez mais presente nas empresas e nos governos.

Alinhada a um só tempo com os interesses financeiros do investidor e com práticas que tornem melhor a relação entre as pessoas e destas com o Meio Ambiente, a Vitreo apresenta ao mercado o Vitreo Energia Limpa FIA, um fundo de ações que investe em companhias voltadas para a produção de energia sem emissão de poluentes. Ele é composto, principalmente, por grupos estrangeiros, o que o torna uma alternativa de diversificação de mercado para o cotista.

O lançamento do produto, já disponível na plataforma da Vitreo e do BTG Pactual, ocorre uma semana depois da divulgação do relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU, que trouxe dados que oscilam entre preocupantes e alarmantes. O documento chama atenção para o papel dos investimentos ESG no desenvolvimento de alternativas no combate às mudanças climáticas.

“As alterações no clima se tornaram bastante presentes em todo o mundo nos últimos tempos; nosso papel é entregar ao investidor teses diversificadas para aplicação no setor, com foco no ganho de capital, e totalmente alinhadas a essa pauta”, diz Jojo Wachsmann, sócio e chefe da gestão da Vitreo.

Com aporte mínimo inicial de R$ 100, o Energia Limpa FIA é recomendado para todos os perfis de investidor, tem taxa de administração de 0,9% e taxa de performance de 10% sobre o que exceder o MSCI All Country World Index. Sua alocação está dividida desta forma: 80% em um swap do ICLN (iShares Global Clean Energy), ETF que dá ao investidor exposição a papéis de empresas de energia solar, eólica e outras fontes renováveis; e 20% em ações de grupos como Plug Power, Cameco e Neoenergia. 

As companhias que compõem o fundo recebem um olhar atento da equipe de análise da Vitreo – há um acompanhamento não apenas do desempenho das ações, mas do cumprimento dos critérios dos principais índices internacionais de sustentabilidade. “Alguns desses papéis estão presentes em outros fundos da casa, como o Vitreo Urânio e o Vitreo Hidrogênio, por isso já estavam no nosso radar antes de o produto ser criado. O rebalanceamento da carteira não leva em consideração apenas a performance dessas empresas”, afirma Jojo.

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