Quem avisa, empresa séria é

A Azos vai atrás do beneficiário que não sabe que o familiar ou amigo morto tinha seguro de vida

O mercado de seguros no Brasil movimenta por ano cerca de R$ 280 bilhões de reais. E ainda tem muito a crescer, na medida em que 85% das pessoas no país não possuem nenhum tipo de proteção. De olho em dados como esses e na missão de inovar “para proteger os sonhos das famílias brasileiras”, a Azos entrou em operação em abril deste ano. Os frutos vieram rápido: a insurtech já ultrapassou a marca de R$ 600 milhões em capital segurado.

Um dos principais diferenciais da startup – e que talvez explique os bons números em tão pouco tempo – é o esforço para que a família do segurado receba o benefício. Como a morte é tabu para tanta gente, é comum a pessoa que faz o seguro não informar a ninguém sobre o processo. E com isso valores deixam de ser resgatados, compondo o lucro de companhias do setor.

“Lamentavelmente, muito seguro não é pago no Brasil pelo simples fato de a família não saber da existência dele. Ou mesmo por não lembrarem disso num momento tão difícil quanto a perda de algum ente querido”, diz Rafael Cló, CEO e sócio-fundador da Azos.

Conhecendo essa realidade, a empresa materializou duas ideias, que a diferenciam nesse competitivo mercado. Uma é, por meio de tecnologia, consultar cartórios e a Receita Federal, entre outros órgãos, para verificar se algum cliente morreu. Se a morte for confirmada, as pessoas nomeadas em contrato são informadas a respeito do seguro de vida.

O segundo serviço é o Guardião: o contratante escolhe alguém para receber instruções sobre o pagamento do seguro. Trata-se de uma alternativa discreta e prática para o caso, por exemplo, de crianças serem as beneficiárias. “Somos os únicos a oferecer essa facilidade e da forma como tem que ser: gratuitamente”, afirma Bernardo Ribeiro, CMO e também sócio-fundador da Azos.

O seguro de vida da insurtech pode ser facilmente contratado, pelo site azos.com.br e por meio de corretores parceiros, e não exige realização de exames médicos. Há apólices a partir de R$ 5, e as coberturas vão de R$ 90 mil a R$ 2 milhões.

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