Cuidado, Juliette e todo mundo que tem R$ 1,5 milhão “sobrando”: para conquistar a liberdade financeira, é preciso ir além – com estratégia na hora de investir

Todo começo de ano, milhões de brasileiros grudam na televisão para acompanhar as emoções do Big Brother Brasil, o reality show mais rentável do país. Não é porque a bagatela de R$ 1,5 milhão já tem dono – ou melhor, dona; Juliette –, que você, caro leitor, não pode se imaginar com as mãos nessa grana. Imaginou? O dinheiro taí?
Antes de mais nada, se engana quem pensa que o prêmio é sinônimo de liberdade financeira ad aeternum. Sem uma boa gestão de patrimônio, o montante pode derreter. Ex-vencedores do BBB que o digam.
“Não é simples ser um investidor bem-sucedido”, afirma George Wachsmann, o Jojo, CIO e sócio fundador da Vitreo. A primeira coisa a ter em mente é que seu perfil (sim, o seu, leitor milionário) deve estar alinhado com o plano de investimento. Sabe quando o “boêmio-notívago-sedentário” namora a “triatleta-abstêmia-diurna”? A chance de dar errado…
Paciência, prudência e disciplina são palavras-chave no processo. “Investir não é uma corrida de 100 metros, na qual o importante é largar rápido, dar o máximo num curto espaço de tempo. Tem muito mais cara de maratona”, explica Jojo. Ou seja, pense no médio e longo-prazo.
Os especialistas são unânimes em dizer que o tempo trabalha a favor do investidor, que deve ter como uma de suas principais missões evitar grandes perdas. Recomenda-se fazer aportes com regularidade e diversificar: “Não coloque todos os ovos numa cesta só.” Quando se investe em diferentes frentes (como ações, renda fixa e criptoativos), crescem as oportunidades e se diluem os riscos, abundantes em cenários de instabilidade econômica.
Para conhecer boas opções de investimento, acesse o site da Vitreo.






