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Vultus lança V.E.M, índice de exposição cibernética para médias e grandes empresas reduzirem exposição

A Vultus, consultoria especializada em gestão de riscos cibernéticos, acaba de lançar o V.E.M. (Vultus Exposure Management), um programa contínuo voltado a médias e grandes empresas que querem sair da lógica de “detectar vulnerabilidades” e passar a reduzir, de fato, a probabilidade de invasões.

 

O lançamento acontece em um momento em que empresas enfrentam um volume crescente de alertas, falhas e sinais de risco e muitas vezes maior do que a capacidade das equipes de segurança para corrigir tudo. Na prática, o desafio deixou de ser encontrar vulnerabilidades e passou a ser priorizar o que realmente pode virar um incidente relevante para o negócio.

 

Esse cenário impulsiona a adoção de abordagens como o CTEM (Continuous Threat Exposure Management), modelo que propõe gestão contínua da exposição a ameaças. Segundo previsões da Gartner, organizações que adotam programas estruturados de CTEM conseguem reduzir significativamente o risco de violações ao direcionar melhor seus investimentos.

 

Os dados reforçam essa urgência. O Verizon Data Breach Investigations Report 2025 aponta que o fator humano esteve presente em 68% das violações, com destaque para engenharia social e uso indevido de credenciais. No Brasil, os impactos também se refletem no avanço de ataques de ransomware, que geram custos relevantes de recuperação e paralisação operacional.

 

Segundo César Baracat, CRO da Vultus, o gargalo atual das empresas não está na falta de ferramentas. “O mercado investiu muito em tecnologia de detecção. O problema agora é transformar sinais dispersos em decisões objetivas e redução mensurável de risco. O V.E.M. nasce para organizar essa execução, priorizar o que é realmente explorável e criar governança para sustentar o programa ao longo do tempo”.

O que é o V.E.M.

O Vultus Exposure Management (V.E.M.) funciona como um programa estruturado de redução contínua de exposição, apoiado em três pilares:

  1. Plataforma centralizada
    Um painel que consolida vulnerabilidades externas, credenciais expostas e riscos na superfície digital da empresa.
  2. Metodologia proprietária
    Critérios de priorização baseados em explorabilidade real, criticidade dos ativos e impacto ao negócio, com SLAs, indicadores e evidências de evolução.
  3. Execução recorrente
    Sprints de remediação que reduzem backlog com previsibilidade, mobilizando áreas técnicas e executivas.

A proposta é alinhar times de segurança e liderança executiva em torno de métricas claras de redução de risco e não apenas volume de alertas.

Como funciona na prática

O programa é modular e pode ser adaptado à maturidade da empresa. Entre os principais componentes estão:

Diferencial

Em vez de operar como mais uma ferramenta isolada, o V.E.M. se posiciona como um programa de gestão contínua. A proposta é:

A expectativa da Vultus é que o modelo ajude empresas a sair do acúmulo de alertas e avançar para uma abordagem mais estratégica de cibersegurança, baseada em evidência de progresso.

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