A profissionalização ainda é um desafio para quem produz conteúdo para a internet, mas pode ser a porta de entrada para a liberdade financeira e uma carreira de sucesso. Afinal, segundo o Goldman Sachs, o mercado da economia criativa está avaliado em US$191,55 bilhões em 2025. Porém, para abocanhar uma fatia do dinheiro deste mercado, é preciso se estruturar e saber lidar com o dia a dia da profissão Creator.
Não são só flores! Uma pesquisa recente da Wake aponta que 51% dos criadores não têm o marketing de influência como fonte principal de renda, e 40% ganham até R$1 mil por mês.
Para chegar na profissionalização, alguns passos são fundamentais.
1º passo – Produção
O sucesso como influenciador digital não vem de uma fórmula mágica, mas se tem algo que é muito importante considerar é o conteúdo. Pesquisar, roteirizar, gravar, legendar. Todos esses verbos precisam fazer parte do dia a dia.
“Algumas plataformas funcionam melhor com vídeos curtos, outras com vídeos maiores. É importante analisar onde está sendo veiculado aquele conteúdo para que a linguagem, tamanho e frequência de publicações sejam adequadas para se beneficiar dos algoritmos. É essencial também que o conteúdo converse com a identidade do influenciador, pois isso é o ponto principal pra engajar a base”, destaca Carolina Rossettini, sócia e COO da Noodle, fintech especializada em apoiar creators.
2º passo – Audiência
Como se estivesse numa carreira comercial, e que se deve conhecer bem o seu cliente, o criador de conteúdo precisa entender quais as necessidades e interesses da sua audiência. Seja os seus seguidores fixos e assíduos, como aqueles que ele quer conquistar e que chegam pela primeira vez ao seu perfil.
O melhor jeito de entregar conteúdo qualificado e que renda frutos é conhecer quem está do outro lado consumindo.
3º passo – Parcerias
Com o crescimento de um criador de conteúdo, seja por número de seguidores ou pela sua relevância para um nicho específico da audiência, é comum que empresas interessadas na atenção dos seus seguidores o procurem para parcerias e publicidade.
Aqui, é importante saber que o mercado tem suas particularidades. “O dinheiro não circula tão rapidamente na economia criativa. Contratos podem ser negociados com pagamentos após 60, 90 dias. Além de burocracias para a entrega de nota fiscal. Por isso, o imediatismo não é uma possibilidade para os criadores de conteúdo. Antes de qualquer coisa, a gestão financeira é fundamental para este profissional”, comenta Carolina.
4º passo – Gestão
Boa parte do desafio da profissionalização dos criadores de conteúdo está na gestão financeira. Mesmo profissionais que já vivem da economia criativa e têm agências por trás da gestão de suas carreiras se deparam com prazos de pagamento longos e com a dificuldade de obter crédito.
Para isso, contar com uma empresa como a Noodle pode ajudar o criador de conteúdo a se profissionalizar e fazer a gestão do seu dinheiro, além de antecipar valores de cachês garantindo crédito e fuxo de caixa, o que pode alavancar a sua produção.
“A Noodle viabilizou mais de R$180 milhões em publicidade em 2024 e processa R$25 milhões por mês em pagamentos de campanha. Parte do nosso apoio ao criador de conteúdo está na antecipação de valores de contratos para que eles possam resolver pendências do seu dia a dia ou alavancar seus conteúdos. Profissionalizar também significa ter liberdade financeira”, destaca a COO da Noodle.
5º passo – Investimento
Se o mercado de comunicação digital evoluiu tanto nos últimos anos, com novas plataformas, formatos de mídia e o crescimento da economia criativa, então é notável que não dá pra ficar parado. É preciso estar atento às novidades, às mudanças e à evolução necessária nas produções de conteúdo.
Para seguir fazendo parte deste mercado, é natural que o criador de conteúdo precise investir: em figurinos, cenários, equipes, etc. O acesso a crédito se torna, então, uma necessidade que precisa estar no horizonte dos creators, agências e empresas que desenvolvem soluções para este mercado.






