Diego Pereira: “Sucesso é conseguir usar a maior parte do tempo fazendo o que gosta”

CTO e cofundador da Peak Invest, Diego Pereira é o oitavo convidado do Perguntas Para

Diego Pereira é arquiteto de software, especialista em desenvolvimento e arquitetura de aplicações web. Com passagens em projetos das maiores seguradoras do país, atualmente ocupa o cargo de CTO na Peak Invest, empresa da qual é cofundador.

Amante dos esportes, em especial a corrida e o ciclismo, Diego é fã dos filmes do Rocky e visualiza a melhora na qualidade de vida da humanidade através da tecnologia. Confira a entrevista a seguir.

Qual a sua melhor memória de infância?

Por mais que eu seja um cara da tecnologia, a minha melhor memória vem das brincadeiras na rua, todo mundo desconectado, uma interação maior entre as pessoas. Bastante coisa mudou desde aquela época.

Um livro ou um filme que mudou sua vida.

O primeiro livro que li a respeito de liderança, O Monge e o Executivo. Ele foi importante para que eu conseguisse avançar nos estudos de liderança. E eu gosto muito dos filmes do Rocky, acho motivacional, sempre têm umas lições de vida.

Qual é o seu lugar preferido?

A minha casa. Tem um milhão de lugares por aí, mas a casa é o lugar que a gente volta, aterriza as ideias, onde temos o conforto e segurança para iniciar um novo dia.

Descreva um dia perfeito.

Eu acordaria cedo e sairia para pedalar ou correr. Eu poderia sair com meu cachorrinho e estar com minha esposa, tomar um café da manhã tranquilo, encontrar com minha família e meus amigos. Para mim, um dia perfeito é sempre com bastante atividade, compondo todos os aspectos da vida: família, saúde, esporte, ar livre e tudo mais.

Para você, o que é sucesso?

Estamos ligados a questão financeira, do sucesso empresarial e profissional, mas, para mim, sucesso é conseguir usar a maior parte do tempo fazendo o que gosta. Lógico que em certos momentos da vida a gente está construindo um bem maior para o futuro, mas o sucesso é estar nesse equilíbrio, dividindo o tempo entre família, saúde e projeto de trabalho.

Qual foi a sua maior superação?

O trabalho traz diversos momentos de superação, mas eu gosto de puxar sempre para o lado do esporte. O meu maior momento de superação foi ter feito uma maratona. Para mim, a maratona é algo que realmente precisa de superação, para conseguir percorrer toda a distância necessária. A maratona é só a cereja do bolo, antes tem o ciclo de preparação, que é bem dolorido e sofrido.

Alguém que te inspira.

Ayrton Senna. Por conta da ética e de todo o ensinamento que ele deixou, de força de vontade. É um ícone para o Brasil e me inspira muito. Ainda mais em um país tão polarizado como o nosso, em todo lugar que você fala do Senna, parece que é unanimidade. Isso é demais.

Como se vê daqui a 10 anos?

É uma pergunta que sempre gosto de fazer. Lembro que há 10 anos eu estava me imaginando hoje – acertei em partes [risos]. Daqui a 10 anos, eu me vejo com uma família formada, que já tenha um ou dois filhos aprontando bastante, menino ou menina, o que Deus permitir. Estarei com minha esposa e com meus cachorrinhos, trabalhando bastante, com a Peak [Invest] avançando em várias frentes no mercado financeiro. E, claro, conseguindo conciliar com os esportes que tanto amo e que me ensinam bastante.

Se pudesse resolver um problema do mundo, qual seria?

Um problema que eu gostaria de resolver é usar a tecnologia de uma forma simples para prolongar a história da humanidade. Trazer qualidade de vida e que a gente possa viver de forma harmônica por cada vez mais tempo. A gente vê todo esse trabalho espacial, cada vez mais foguetes sendo enviados para o espaço, tentativas de mandar sondas para Marte. Esse é um mundo que fisicamente não vai existir para sempre. O segredo que a gente tem para atingir a longevidade da humanidade é atrelar a tecnologia a tudo isso.

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