Por contar com um processo ágil e sem burocracias, além de taxas atrativas, a Trace Finance tem despontado no mercado de inovação como a principal solução para startups que desejam trazer investimentos do exterior para o Brasil. Com pouco mais de um ano de atuação neste segmento, a fintech já transacionou mais de R$ 1 bilhão para as novatas. Até o final de 2022, a expectativa da companhia é dobrar esse número e superar a marca de R$ 2,5 bilhões – e, ainda, crescer de 80 para aproximadamente 150 clientes.
“Apesar do momento de certa hesitação no mercado, estudamos o segmento e avaliamos que, ainda neste ano, teremos uma grande demanda de startups e investidores do Brasil e da América Latina. Principalmente por oferecer um serviço muito mais eficiente e econômico”, comenta Bernardo Brites, cofundador e CEO da Trace Finance. “São diversas startups que deverão levantar aportes. E, por consequência, necessitarão de um suporte robusto para receber os recursos lá fora e, posteriormente, os enviar para suas instituições locais”, diz.
Dados da plataforma de inovação Distrito revelam que, no primeiro semestre do ano, as startups brasileiras levantaram 2,92 bilhões de dólares através de 327 rodadas. “Se o mercado seguir no mesmo ritmo que 2021, ou um pouco mais devagar, este montante deve saltar para mais de 10 bilhões de dólares até o final de dezembro. Isso considerando apenas o Brasil. Se olharmos para o mercado da América Latina, estamos falando de um volume de quase R$ 20 bilhões”, comenta Brites.
“Temos muito mercado para explorar. Por isso, estamos confiantes no rápido crescimento deste serviço oferecido pela Trace para as startups. Após a rodada de R$22 milhões que recebemos da HOF Capital e de outros investidores como Circle Ventures e Mantis Capital (fundo do The Chainsmokers), em fevereiro deste ano, também reforçamos toda nossa operação e time para atender de maneira adequada, eficiente e responsável o maior número possível de clientes”, diz.
Solução de câmbio inovadora para startups
Quando uma startup recebe uma rodada de investimento, trazer os recursos para o Brasil por muitas vezes é mais complicado do que captar. Primeiro, a empresa precisa criar uma estrutura legal com uma holding em Cayman ou Delaware. Este processo pode demorar mais de dois meses. Depois, a novata precisa abrir outras duas contas: uma em banco no exterior e outra numa corretora ou banco brasileiro para conseguir a aprovação do processo de câmbio.
“Com uma estrutura robusta, otimizamos todo esse trâmite e resolvemos essa operação de câmbio no mesmo dia A Trace automatiza o processo de integração e trabalha com grandes bancos no back-end. Além disso, o nosso serviço é bem mais em conta, pois reduzimos o spread de 4% para 0,2% em média”, explica Brites.
No longo prazo, a Trace Finance quer se tornar o principal banco global das startups, facilitando a relação entre empreendedores brasileiros do ecossistema de inovação e fundos de venture capital. Ainda para este ano, a fintech vai expandir as operações e lançar novos produtos de banking.
Atualmente, a Trace já conta com 80 clientes. Entre eles: Conta Simples, Flash Benefícios, Big Bets, Gringo, Noh, The Coffee, entre outros.