CEO da Voxus lista dicas para startups se manterem economicamente sustentáveis

Com o novo quadro econômico, as startups precisam se organizar para conseguirem enfrentar a crise

O aumento de juros e a crise que se estende após a pandemia tem desestabilizado as contas de diversas empresas ao redor do globo. A renda da população e a geração de empregos têm sido impactados diretamente. No mercado de inovação, até mesmo startups unicórnios fizeram demissões em massa nos últimos meses.

Com esse novo quadro econômico, as startups brasileiras precisam se organizar para conseguirem enfrentar a crise. Uma boa saída é entender quais as medidas adotadas por empresas economicamente sustentáveis neste contexto.

Este é o caso da Voxus, startup focada em mídia programática, que está no mercado desde 2016. A companhia pensa o negócio de forma escalável e já gerou mais de R$ 1 bilhão de receita para diversos clientes: como Ambev (ABEV3) e Arezzo&Co (ARZZ3). Em crescimento, a startup segue contratando novos funcionários: confira vagas.

Com expertise no mercado de inovação brasileiro, Rodrigo Martins, CEO da Voxus, listou cinco dicas para que startups e empresas possam colocar em prática e manter a saúde financeira e longevidade da companhia.

1. Controle e inovação não precisam ser excludentes

É necessária uma cultura de transparência e autonomia com responsabilidade. Muitas empresas têm dificuldade em balancear o uso de controles para garantir que os recursos estão sendo bem aplicados e muitas vezes isso está relacionado ao receio que os controles tirem a capacidade de inovação e criação dos times. e é algo que realmente pode acontecer, então para conseguir termos um ambiente harmonioso incentivamos que haja sim controles para garantir que estamos monitorando a sustentabilidade da empresa, mas ao mesmo tempo damos muita autonomia para que as pessoas possam continuar criando e tomando suas decisões no dia a dia, sem uma necessidade constante de reportar uma vez que incentivamos muito a transparência e isso torna o conhecimento entre e dentre as áreas bem mais fácil.

2. Manter a cultura de frugalidade

Ser uma startup não significa que as pessoas não possam ter uma cultura de “cuidado” com o dinheiro da empresa. Incentivar as pessoas a tomarem cuidado mesmo nas pequenas decisões do dia a dia faz com que a empresa como um todo esteja envolvida num ciclo virtuoso de uso do dinheiro.

3. Incentivar a criatividade

Valorizar e incentivar as pessoas que conseguem chegar aos objetivos necessários, muitas vezes sem necessidade de grandes investimentos, porque tomam boas decisões criativas que permitem, por exemplo, não depender de soluções prontas e/ou terceiras que podem custar muito mais que uma boa solução interna.

4. Sempre pensar de forma escalável

É preciso pensar não apenas a receita, mas também os custos. Sempre incentivamos as áreas de backoffice e mesmo as próprias áreas de negócios a pensarem seus processos de forma escalável desde o início. Isso significa que não esperamos os custos “virarem um problema” para melhorar processos, investir em tecnologias ou outras iniciativas que permitam sermos uma empresa mais eficiente mesmo enquanto o crescimento da receita continua acelerando.

5. Atrelar investimentos ao planejamento de receita

Às vezes temos muitas incertezas quando planejamos o crescimento de uma startup, então é importante a empresa ter um método claro de execução das despesas e investimentos para evitar que sejam necessárias decisões mais duras em algum momento.

Cinco dicas para startups se manterem economicamente sustentáveis na crise

\O aumento de juros e a crise que se estende após a pandemia tem desestabilizado as contas de diversas empresas ao redor do globo.A renda da população e a geração de empregos têm sido impactados diretamente. No mercado de inovação, até mesmo startups unicórnios fizeram demissões em massa nos últimos meses.

Com esse novo quadro econômico, as startups brasileiras precisam se organizar para conseguirem enfrentar a crise. Uma boa saída é entender quais as medidas adotadas por empresas economicamente sustentáveis neste contexto.

Este é o caso da Voxus, startup focada em mídia programática, que está no mercado desde 2016. A companhia pensa o negócio de forma escalável e já gerou mais de R$ 1 bilhão de receita para diversos clientes: como Ambev (ABEV3) e Arezzo&Co (ARZZ3). Em crescimento, a startup segue contratando novos funcionários: confira vagas.

Com expertise no mercado de inovação brasileiro, Rodrigo Martins, CEO da Voxus, listou cinco dicas para que startups e empresas possam colocar em prática e manter a saúde financeira e longevidade da companhia.

1. Controle e inovação não precisam ser excludentes

É necessária uma cultura de transparência e autonomia com responsabilidade. Muitas empresas têm dificuldade em balancear o uso de controles para garantir que os recursos estão sendo bem aplicados e muitas vezes isso está relacionado ao receio que os controles tirem a capacidade de inovação e criação dos times. e é algo que realmente pode acontecer, então para conseguir termos um ambiente harmonioso incentivamos que haja sim controles para garantir que estamos monitorando a sustentabilidade da empresa, mas ao mesmo tempo damos muita autonomia para que as pessoas possam continuar criando e tomando suas decisões no dia a dia, sem uma necessidade constante de reportar uma vez que incentivamos muito a transparência e isso torna o conhecimento entre e dentre as áreas bem mais fácil.

2. Manter a cultura de frugalidade

Ser uma startup não significa que as pessoas não possam ter uma cultura de “cuidado” com o dinheiro da empresa. Incentivar as pessoas a tomarem cuidado mesmo nas pequenas decisões do dia a dia faz com que a empresa como um todo esteja envolvida num ciclo virtuoso de uso do dinheiro.

3. Incentivar a criatividade

Valorizar e incentivar as pessoas que conseguem chegar aos objetivos necessários, muitas vezes sem necessidade de grandes investimentos, porque tomam boas decisões criativas que permitem, por exemplo, não depender de soluções prontas e/ou terceiras que podem custar muito mais que uma boa solução interna.

4. Sempre pensar de forma escalável

É preciso pensar não apenas a receita, mas também os custos. Sempre incentivamos as áreas de backoffice e mesmo as próprias áreas de negócios a pensarem seus processos de forma escalável desde o início. Isso significa que não esperamos os custos “virarem um problema” para melhorar processos, investir em tecnologias ou outras iniciativas que permitam sermos uma empresa mais eficiente mesmo enquanto o crescimento da receita continua acelerando.

5. Atrelar investimentos ao planejamento de receita

Às vezes temos muitas incertezas quando planejamos o crescimento de uma startup, então é importante a empresa ter um método claro de execução das despesas e investimentos para evitar que sejam necessárias decisões mais duras em algum momento.

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