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O meu sócio de todas as horas nesse ano novo  

Toda virada de ano eu traço as minhas metas para o ano que virá. Aprendi esse hábito com o Guga em 2011. Nunca mais deixei de fazer

Alguns meses antes do meu casamento, em fevereiro de 2014, fizemos encontros com o Rabino David Weitman, um ícone de religiosidade, espiritualidade e cultura.

Lembro bastante de como os papos nos tocaram. Mais do que religião, ele trazia ensinamentos sobre a vida a dois, cumplicidade, equilíbrio e sobre o nosso relacionamento com D’us (no judaísmo, não devemos falar Seu nome em vão e por isso que nunca escrevemos a palavra completa).

De tudo, o que mais nos marcou foi o que aprendemos sobre a nossa relação com D’us. O Rabino nos trouxe algo que nunca havíamos pensado antes. D’us é nosso sócio. Em tudo. Nossa relação com Ele é uma sociedade. E isso quer dizer que nada acontece sem ele. Mas também, que depende apenas dEle.

Não dá pra pedirmos algo pra D us e não lutarmos por isso. Ele é nosso sócio. Nos ajuda. Pode nos mostrar o caminho. Mas nós precisamos ir atrás também. 

Li hoje um texto brilhante do Nizan Guanaes sobre a nossa responsabilidade em tudo que o mundo vive. Na hora, lembrei daquele aprendizado.

Delegar tudo pra D us é tirar a nossa responsabilidade das coisas. Como se não pudéssemos ou quiséssemos participar. Como trazer para o seu sócio as metas da empresa e passar o dia em casa vendo Netflix. 

Não funciona assim.

Toda virada de ano eu traço as minhas metas para o ano que virá. Aprendi esse hábito com o Guga em 2011. Nunca mais deixei de fazer.

É como o processo que muitas empresas fazem. Traço as metas. O mais SMART possíveis. E, ao longo do ano, vou acompanhando como estou em cada uma delas e como preciso mudar meus planos de ação para atingir cada objetivo que determinei.

É um processo muito rico. Eu paro pra olhar o macro. Pra avaliar o que realmente importa. Onde canalizar minha energia. O que falta, o que já foi.

Fazendo um balanço das minhas metas pra 2021, vejo que atingi bastante coisa, tanto no âmbito pessoal, quanto no profissional. Fico muito feliz pois não foi com pouco esforço. Teve ajuda de D’us mas também dependeu de mim. Principalmente de mim. Como já falei aqui, a sorte vem para quem se prepara. Ao mesmo tempo, reconheço que não mandei bem em metas que seguirão comigo por mais um ano. Agora, com mais foco para melhorar, não quero terceirizar para Ele, fui eu que não alcancei elas por aqui.

Comparando minhas metas nesses dez anos desse processo, consigo ver minha evolução. A menina da Goldman Sachs que namorava com o Guga se transformou em uma mãe de três, empreendedora, casada, cheia de novas responsabilidades e novos sonhos.

As metas mudaram. Que bom! 

O que não mudou? A minha relação com meu sócio. Alguns resultados tiveram papel importante dEle. Mas a grande maioria, dependeu de mim.

Que a gente possa sonhar com um novo ano especial. Sonhar grande, traçar metas, fazer planos. Que conte com D’us nesse processo mas que saiba que o nosso resultado depende principalmente da gente.

Feliz ano novo!

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